Neste caminho para a terra prometida existem serpentes. Às vezes, falta água, e o calor é intenso. Mas não estamos sós. O Senhor está conosco. Pode parecer contraditório. Como disse Gideão: "Se o Senhor é conosco, por quê tudo isso nos sobreveio?" (Jz.6). Nem o anjo respondeu. Apenas deu uma ordem: "Vai, Gideão, e livra Israel dos midianitas." Estamos sempre querendo entender a situação. Estamos fazendo tantas perguntas, mas muitas delas não são respondidas por Deus. No céu não tem departamento de informações. "As coisas ocultas pertencem ao Senhor." (Dt.29.29). O Senhor quer que deixemos as perguntas e nos concentremos na missão. "Vai, Gideão, e livra Israel." Você não precisa entender. Precisa obedecer.
O caminho é difícil, mas precisamos continuar caminhando.
Pensemos, por exemplo, na trajetória de José, filho de Jacó. Depois de seus sonhos maravilhosos, precisou encarar uma realidade que mais parecia um pesadelo. Nada parecia se encaixar com as promessas de Deus para ele. Primeiro, a inveja por parte dos irmãos. Depois, escravidão. Como se não bastasse, calúnia e prisão. E lembre-se de que ele era um servo fiel a Deus. José foi acusado de um crime que não cometeu. Ele foi vítima de uma injustiça. E o mais incrível é que Deus não interferiu para livrá-lo daquela situação. A acusação injusta foi mantida e José passou alguns anos na prisão. Podemos perguntar: por quê Deus permitiu essa injustiça na vida de José? Por quê Deus permite que sejamos vítimas de injustiças? Podemos responder apenas: faz parte do caminho. Aquele que comete a injustiça contra nós será penalizado, mas tudo isso contribuirá para alcançarmos o que Deus tem para nós no futuro. Todos os fatos da vida de José acabaram por conduzi-lo à realização dos seus sonhos. Todos aqueles males contribuíram para que José chegasse a se tornar governador do Egito.
Deus tem suas maneiras de fazer as coisas. Não vamos entendê-lo. O que nos cabe é continuarmos em nossa atitude de fidelidade ao Senhor. Ao seu tempo, Deus honrará a cada um de seus filhos. "Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido." (Gal. 6.9). "E sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus." (Rom.8.28). "Porque, para mim tenho por certo que as aflições deste mundo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada." (Rom.8.18).
Este blog tem por finalidade ploclamar a palavra de Deus, através de Estudos e Mensagens do servo de Deus Pr. Airton Benedini, Presidente Fundador da Igreja Evangélica Reunidos pela Verdade.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Princípios de oração por Pr. Airton Ap. Benedini
PRINCÍPIOS DE ORAÇÃO
São três os níveis de oração, eu gostaria de abranger hoje com você caro leitor estes níveis, para que você possa no seu dia a dia entender que, existe um tipo especifico de oração para cada caso.
O primeiro nível denominamos de: nível de DEUS, o Segundo nível meu, terceiro nivél dos outros.
Vamos conhecer a oração no nivél de Deus.
Porque a nossa oração é determinada a elevar a grandeza de DEUS, pelo que ele é pelo que ele faz e pelo que ele fez.
São três os tipos de oração: Ações de Graça, Louvor e Adoração.
Nós vamos conhecer agora cada tipo de oração uma pôr uma.
(Nível de Deus)
AÇÕES DE GRAÇA
Ações de graça é a primeira forma de oração do nível de DEUS porque a gratidão é uma coisa muito importante, porque traz vida, paz e alegria, devemos ser agradecidos. (Cl. 3:16)
A gratidão é mais do que palavras é uma atitude em nosso coração.
A gratidão desenvolve a nossa fé. Ações de graça são basicamente, os atos de agradecermos a Deus as bênçãos derramadas sobre nós.
Como agradecer a Deus toda a glória, pelas bênçãos sem fim?Há momentos que não encontramos palavras para agradecer o que nos faz o Senhor nosso Deus.
Jesus também agradece o pai. (Jo.11:41), Jesus tinha um jeito especial de dar Graças (Lc. 10:21).
Ações de graça é um tipo de sacrifício (Lv. - 7:2). O livro de primeira Crônicas no capitulo 25:3 diz que: uma das funções dos cantores do templo era Ações de Graça.
Isaías 51:3, há uma promessa da presença de restauração pôr ações de graça. (Jr. 30:19 e 33:10, 11), quando nós nos apresentamos a Deus com o coração cheio de gratidão e com cânticos que expressem isto o Senhor se agrada e com certeza nos abençoa.
Por que ter um coração agradecido a Deus?
1) Pôr quê Ele é que perdoa as nossas iniqüidades.
2) Ele è quem sara todas as nossas enfermidades.
3)Quem da cova redime a tua vida.
4)Ele é quem te coroa de graça e misericórdia, quem farta de bens a tua vida.
A ação de graças é o caminho para o louvor , quando nós vamos nos colocar na presença de Deus em oração é preciso agradecer, tudo o que ele tem feito pôr nós quando temos esta atitude passamos a exaltar a Deus e desta forma começamos a louvar cantando as suas grandezas e suas maravilhas. (Sl. 92:1, 95:2, 147:7, 50:14, 23).
Ação de graça é um sacrifício espiritual a Deus.
As ações de graça devem acompanhar todas as nossas orações (Fp. 4:6).
Todas as respostas de orações devem ser esperadas com ações de graça. (Cl. 4:2; 1ºTs. 5:8, 2ºCo. 4:5); As ações de graça estão presentes nos céus. (Ap. 4:9 e 7:12). Eu gostaria que você meu caro leitor ao ler este livro começasse a praticar o que esta lendo e então verás como o seu momento de oração vai ficar mais especial.
Orar não é só falar com Deus, mas é muito mais, é ter a intimidade de abrir o coração e compartilhar, projetos, sentimentos, momentos de indecisão em direções a serem tomadas, é falar o que pensamos e sentimos e saber ouvir o que Deus nos orienta a fazer, quando Ele se comunica com o nosso espírito.
Agora vou falar com você a respeito da oração de Louvor e como deve ser valorizada qual é o seu valor e seus benefícios, para que em sua vida de cristão você possa sempre usar esta arma poderosa contra o inimigo se nossas almas, e também poder chegar a Deus com o espírito cheio de alegria.
O LOUVOR é a forma de você expressar a Deus o que ele faz seu poder, majestade e soberania.
Esta oração também pode ser feita em forma de cânticos ou hinos, como eram os salmos no velho testamento. O Louvor tem o poder de transmitir as pessoas o que Deus fez no passado e pode fazer pôr ela; também exalta o poder de Deus criando em nossos corações uma fé de que este Deus tudo pode, com isto o louvor vai nos libertando dos pensamentos negativos e nos despertando para tudo o que Deus pode fazer em nossas vidas pôr mais difícil que possa parecer.
Em forma de cânticos o Louvor se torna avivado trazendo alegria aos corações tristes e oprimidos obs.: Geralmente quando uma pessoa vai pela primeira vez a uma Igreja Evangélica, ela chega triste, cheia de problemas, perturbada e oprimida às vezes nervosas e tensas e o Louvor é a arma para quebrar este gelo, permitindo que estas pessoas fiquem alegres e a vontade para que o Espírito Santo possa operar em suas vidas.
Como diz um ditado no mundo quem "“ canta seus males espanta “"
O Louvor também tem a função de trazer a unção do Espírito Santo para que a palavra de Deus possa fluir livremente no coração do pregador para que ele não fale só pelo seu entendimento, mas transmita a palavra de Deus revelada pelo Espírito, e Deus possa falar o que quer com a congregação.
Aqui eu deixo para vocês algumas passagens Bíblicas aonde vocês poderão encontrar alguns exemplos de Louvor.
(Sl. 34-1, Sl. 22-3 Hb. 13-15, Lc. 24: 53).
Louvar é reunir todos os feitos de Deus e expressar em cânticos e palavras e glorificações.
A igreja primitiva estava sempre louvando a Deus.
Quando estamos louvando, Deus esta sendo entronizado. Entronizar é reconhecer a grandeza, a exaltação o poder e a glória.
Quando enchemos nossa vida e nosso lar, ou terras ou lugares de louvor, Deus estará presente e criando um clima de paz.
Quando Deus nos toca o coração e nos preenche realmente, as nossas únicas expressões, para realmente mostrar-mos o nosso amor a ele são as lágrimas.
A oração de louvor é a porta de entrada ao Trono da graça, para a Adoração.
(2ª Cr. 5: 13-14; Sl. 119:164, e 34:1).
O cântico como já me referi pode ser um veiculo de louvor e adoração, mas não é necessariamente louvor e adoração. Temos que levar a sério o relacionamento com Deus.
As pessoas que na igreja estejam incumbidas de fazerem o louvor tem a função de conduzir o povo ou a igreja na presença de Deus; e estas pessoas precisam ser integras convertidas, e ter uma vida repleta de jejum, oração e consagração.
Cantar todo mundo canta.
Abrir a boca e cantar um cântico decorado e bater palmas não é louvar; Louvar é cantar expressões que saiam do coração, para louvar e expressar a Deus a honra e a Glória.
Louvar a Deus é mais que cantar. A oração de louvor mais do que a palavra é a atitude.
Atitude de louvar a Deus com o meu sentimento.
Nosso destino é o trono é a glória de Deus, e Deus hoje pode ter o seu trono em nosso coração.
Gozar a vida é viver na presença de Deus.
Não se iluda, porque se alguém tem um encontro real com Jesus Cristo; esta pessoa vai passar a agradá-lo.
Você não sente fome de sexo, ou outro prazer carnal qualquer no coração, mas sente fome de se encher de Deus. Quem anda com o coração cheio de Deus, segue os princípios de Deus.
Oração é mais do que palavras, Oração é um modo de viver, é o oxigênio da nossa alma, sem oração não há cristianismo, não há vida espiritual.
(Jo. 15:7 – Sl. 37:4 e 8:1).
O louvor é a atitude adequada para as reuniões na igreja.
O louvor é a arma contra os inimigos, (2ªCr. 20,21 e 22).
O louvor é a fonte de alegria (Sl. 9:1 e 2- 35:27).
O louvor esta ligado à movimentação física, (Sl. 63:4 e 134:2).
Louvamos com o nosso corpo; quando você cumprimenta uma pessoa, existe uma expressão corporal, o calor muda para cada pessoa de acordo com o amor que você sente pôr ela.
Irmãos Deus é uma pessoa que quer ser cumprimentada pôr você.
Como se abraça a Deus?
Louvando com expressões corporais mostrando o calor do nosso amor para com ele.
O louvor esta em nossa boca; devemos estar constantemente, dando Glória a Deus. Isto é louvor.
Não devemos ter vergonha e sim orgulho, orgulho de ser-mos de Jesus.
Onde Ele esta um dia eu estarei, porque se eu não me envergonhar d’Ele com certeza Ele virá para me buscar, ”Maranata” ora vem Senhor Jesus. ´
O louvor pode ser dirigido a Deus ou aos homens (Pv. 27.21; Pv. 31.30; Rm. 3.3; II Cor. 7.14). Afinal, louvor é elogio. A bíblia diz que o próprio Deus louvará aos salvos (I Cor. 4.5). A adoração, porém, só pode ser dirigida a Deus. “Ao Senhor teu Deus adorarás e só a ele darás culto” (Mt. 4.10; Ap.19.10).
Podemos louvar ao Senhor com nossas palavras, declarando seus atributos e a grandeza dos seus feitos. Esta é também uma forma de testemunho da nossa fé. Podemos fazer isto falando ou cantando. Vemos, portanto, que louvor não é sinônimo de música, como muitos consideram. É preciso que compreendamos isso. O louvor a Deus, antes de ter uma forma musical, precisa ser uma experiência pessoal e espiritual. É maravilhoso cantar as canções que outros irmãos fizeram, mas é também importante que cada pessoa louve ao Senhor com suas próprias palavras, falando ou cantando sobre sua própria realidade e sua experiência com Deus. Louvor é uma forma de oração.
O louvor existe, não para ser um elemento a mais no culto, nem para servir como entretenimento. Sua beleza muitas vezes nos deixa maravilhados, mas isso não é o mais importante. Muitas vezes ficamos preocupados com as questões técnicas do louvor musical e nos esquecemos dos fatores espirituais. Tudo isso tem a sua importância, mas o espiritual precisa ser priorizado, embora não sirva como desculpa para a deficiência técnica.
Como ministros de louvor, trabalhamos muito para a sua realização, e da melhor forma possível. Precisamos, porém, estar atentos para o objetivo do que fazemos. O louvor foi realizado, mas... foi eficaz? Produziu efeitos? Muitas pessoas nem imaginam que o louvor possa produzir algum efeito. Mas vejamos o que diz o texto de (At. 16.25-26): “Pela meia-noite Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, enquanto os presos os escutavam. De repente houve um tão grande terremoto que foram abalados os alicerces do cárcere, e logo se abriram todas as portas e foram soltos os grilhões de todos.” Nesse episódio, o efeito do louvor foi a libertação dos cativos. O poder de Deus se manifestou naquele lugar.
O louvor precisa sair do coração do homem, inspirado pelo Espírito Santo, e alcançar o coração de Deus. Existem muitas questões implícitas nessa frase, muitos aspectos que viabilizam ou bloqueiam o verdadeiro louvor, conforme estudaremos oportunamente. Quando conseguimos alcançar o coração de Deus e agradá-lo, então o Senhor libera o seu poder, de maneira que naquele ambiente, onde o verdadeiro louvor se realiza, a ação de Deus acontece. Os demônios não podem permanecer (I Sm. 16.16; Sl. 149.6-9). Os oprimidos são libertos e há uma atmosfera celestial, propícia à ação do Espírito Santo e adequada para o pronunciamento da mensagem profética (II Rs. 3.15-16).
Que o Senhor nos abençoe para que o nosso louvor seja aperfeiçoado como instrumento do Espírito Santo no meio do seu povo.
ADORAÇÃO
Este tipo de oração é a forma mais elevada que possamos encontrar, aonde sentimos a presença do Senhor ao nosso lado nos abraçando. Adoração é a resposta do meu amor ao amor de Deus.
Não há adoração verdadeira sem o auxilio do Espírito Santo, (Marcos 12:30); Ama o teu Deus com o fervor do teu coração e do teu espírito.
Adoração é estar diante do trono do Senhor declarando a ele o seu amor pelo que ele é; Devemos viver em adoração, ninguém adora sem estar na real presença do Trono da graça.
A Adoração é o relacionamento mais alto com Deus, é o toque do meu espírito com o espírito de Deus é uma coisa profunda é a plenitude de estar diante de Deus, adorar é concentrarmos na presença de Deus (Ap. 4:9 ao 11).
A Bíblia nos mostra nestes versículos a atitude dos seres celestiais na presença de Deus.
Eu tenho em minhas pregações enfatizado sempre que Deus colocou um vazio no coração do homem que só é preenchido quando o homem se torna um verdadeiro adorador; A bíblia diz no livro de (Jo. 4:24), Deus é espírito e importa ser adorado em espírito e em verdade. Se nós não tomarmos a posição de sermos verdadeiros adoradores o vazio que sentimos em nosso coração jamais será preenchido.
Os seres humanos procuram de todas as formas encontrarem a solução para preencher este vazio, mas sem sucesso, o que, mas chegam perto é de uma falsa alegria e liberdade que encontram na bebida alcoólica, nas drogas, nas noitadas de prostituição que, ao chegarem ao dia seguinte experimentam uma ressaca uma solidão e um vazio ainda maior. Você não vai encontrar no dinheiro, nas drogas, no sexo e em nada neste mundo o que preencha este vazio, este vazio só é preenchido quando você se torna um adorador de Deus.
No momento que você se torna um adorador, você não é mais o mesmo; você passa a viver com dignidade. Quando você aprende o caminho do trono, sua vida será diferente. Você não anda de qualquer jeito, você não vê qualquer coisa, você se veste diferente, você não fala palavras torpes, você anda com dignidade.
A única coisa que Deus procura hoje é verdadeiros adoradores e se procura verdadeiros é porque com certeza há falsos adoradores. Toda a bíblia é um fascinante relato de Deus a procura do ser humano. Desde a queda do homem no jardim do Éden, Deus esta no seu encalço, a procura de indivíduos que se disponha a cumprir a função para o qual foram criados: adorar o Senhor.
È isto, fomos feitos para adorar, mas qual tem sido o alvo ou objeto da nossa adoração?
A quem prestamos nossa adoração (Ex.20.1-5; At.10.24-26; 14. 11-18; Ap 22. 8-9)? Deus é exclusivo no que se refere à adoração. Ele não aceita concorrência.Ele disse não terá outros deuses diante de mim, Eu sou o Senhor.As pessoas de hoje cultuam muitos deuses, embora se achem sofisticadas de mais para acreditar em um deus. O culto a personalidades, ao poder e ao dinheiro, ao prazer, á natureza, á força humana, aos demônios, ás tradições religiosas acontece como traição contra Deus, que é o único a quem se deve adorar.
O imperativo da adoração, a adoração não é meramente uma opção; adoração é um dever, é um imperativo. ”Deixar de adorar é estar em falta com Deus”(Sl 96.9;Ap 14.7;15.4);o propósito de Deus para nós ao nos criar e ao nos salvar em Cristo, foi adorá-lo;fora da adoração de Deus o homem encontra-se fora do propósito de sua existência e ,por isso mesmo,fadado a uma vida sem sentido.
O modo da adoração, a mulher samaritana, numa tentativa de desviar do foco principal a conversa que tratava com Jesus, referiu-se á disputa sobre o lugar certo para se adorar a Deus que havia entre judeus e samaritanos. A resposta de Jesus volta ao centro da questão: não é a forma do culto,nem o lugar que importa,mas que a adoração aconteça “em espírito e em verdade”,em qualquer lugar.
A adoração não é uma atividade extra na vida; adoração é o próprio estilo de vida do crente. Tudo em nós deve ser para adoração
(1ªCo 10.32; Sl 103.1), adoração é santificação pessoal (Is 1.15-17; 59.2), é reverência (Ex3. 5. Hc2. 20), é intimidade (Sl25. 14), é compromisso; adoração é também envolvimento, é engajar-se. Depois de Moisés descalçar os seus pés e adorar ante a majestade de Deus, ele tomou o cajado e foi liberar o povo cativo. Em Marcos 1.35-39 temos Jesus Cristo levantando-se alta madrugada e indo para um lugar deserto para orar. Mas logo depois, ele vai por toda a Galiléia pregando nas sinagogas e expelindo demônios. Por que a adoração nos motiva a servir.
Lembre-se Deus esta a procura de adoradores, será que Ele vai encontrar entre nós?
A Adoração pode expressar de várias formas, mas a adoração não é somente expressão. Mas podemos usar veículos de expressão de adoração. Quais os elementos da adoração?
1) A oração pode ser veículo de adoração, o louvor, as ações de graça, a confissão dos pecados ou da palavra.
2)A oferta na igreja é uma expressão de adoração.
3)Muitos são os elementos, a própria pregação ou leitura da bíblia.
Adoração é a resposta do meu amor ao amor de Deus. Se você ama a Deus, tudo que você quer é a glória de Deus. Viver com Deus, que gostoso, viver com Deus... .
Atitudes de adoração
1) (Lc. 7:36 ao 39).
Um coração quebrantado e um espírito contrito, Deus não despreza.
Contritar é reduzir a pó, é assim que deve ser o nosso coração na presença de Deus.
2) Humildade, adoração sem humildade é amor sem compromisso.
3) Amor, sem amor é impossível agradar a Deus porque Deus é amor (1ºCo. 13:1-9).
4) Dádiva, quem ama dá, por que entende que dar é melhor que receber (Rm. 5:8).
Quando ministramos ao Senhor é Ele que nos ministra e ficamos cheios da graça. Você jamais vai dar ao Pai mais do que Ele te dá, quanto mais você der a Ele mais Ele vai te dar seja em que aspecto for.
Na Adoração Deus é o objeto da nossa oração e o lugar da oração é o Espírito.
Seja um adorador, invista mais tempo na adoração. Conheça Deus na intimidade.Não seja um mero visitante na sala do trono, entre e permaneça lá – isso mudará a sua vida, comece a praticar agora.
São três os níveis de oração, eu gostaria de abranger hoje com você caro leitor estes níveis, para que você possa no seu dia a dia entender que, existe um tipo especifico de oração para cada caso.
O primeiro nível denominamos de: nível de DEUS, o Segundo nível meu, terceiro nivél dos outros.
Vamos conhecer a oração no nivél de Deus.
Porque a nossa oração é determinada a elevar a grandeza de DEUS, pelo que ele é pelo que ele faz e pelo que ele fez.
São três os tipos de oração: Ações de Graça, Louvor e Adoração.
Nós vamos conhecer agora cada tipo de oração uma pôr uma.
(Nível de Deus)
AÇÕES DE GRAÇA
Ações de graça é a primeira forma de oração do nível de DEUS porque a gratidão é uma coisa muito importante, porque traz vida, paz e alegria, devemos ser agradecidos. (Cl. 3:16)
A gratidão é mais do que palavras é uma atitude em nosso coração.
A gratidão desenvolve a nossa fé. Ações de graça são basicamente, os atos de agradecermos a Deus as bênçãos derramadas sobre nós.
Como agradecer a Deus toda a glória, pelas bênçãos sem fim?Há momentos que não encontramos palavras para agradecer o que nos faz o Senhor nosso Deus.
Jesus também agradece o pai. (Jo.11:41), Jesus tinha um jeito especial de dar Graças (Lc. 10:21).
Ações de graça é um tipo de sacrifício (Lv. - 7:2). O livro de primeira Crônicas no capitulo 25:3 diz que: uma das funções dos cantores do templo era Ações de Graça.
Isaías 51:3, há uma promessa da presença de restauração pôr ações de graça. (Jr. 30:19 e 33:10, 11), quando nós nos apresentamos a Deus com o coração cheio de gratidão e com cânticos que expressem isto o Senhor se agrada e com certeza nos abençoa.
Por que ter um coração agradecido a Deus?
1) Pôr quê Ele é que perdoa as nossas iniqüidades.
2) Ele è quem sara todas as nossas enfermidades.
3)Quem da cova redime a tua vida.
4)Ele é quem te coroa de graça e misericórdia, quem farta de bens a tua vida.
A ação de graças é o caminho para o louvor , quando nós vamos nos colocar na presença de Deus em oração é preciso agradecer, tudo o que ele tem feito pôr nós quando temos esta atitude passamos a exaltar a Deus e desta forma começamos a louvar cantando as suas grandezas e suas maravilhas. (Sl. 92:1, 95:2, 147:7, 50:14, 23).
Ação de graça é um sacrifício espiritual a Deus.
As ações de graça devem acompanhar todas as nossas orações (Fp. 4:6).
Todas as respostas de orações devem ser esperadas com ações de graça. (Cl. 4:2; 1ºTs. 5:8, 2ºCo. 4:5); As ações de graça estão presentes nos céus. (Ap. 4:9 e 7:12). Eu gostaria que você meu caro leitor ao ler este livro começasse a praticar o que esta lendo e então verás como o seu momento de oração vai ficar mais especial.
Orar não é só falar com Deus, mas é muito mais, é ter a intimidade de abrir o coração e compartilhar, projetos, sentimentos, momentos de indecisão em direções a serem tomadas, é falar o que pensamos e sentimos e saber ouvir o que Deus nos orienta a fazer, quando Ele se comunica com o nosso espírito.
Agora vou falar com você a respeito da oração de Louvor e como deve ser valorizada qual é o seu valor e seus benefícios, para que em sua vida de cristão você possa sempre usar esta arma poderosa contra o inimigo se nossas almas, e também poder chegar a Deus com o espírito cheio de alegria.
O LOUVOR é a forma de você expressar a Deus o que ele faz seu poder, majestade e soberania.
Esta oração também pode ser feita em forma de cânticos ou hinos, como eram os salmos no velho testamento. O Louvor tem o poder de transmitir as pessoas o que Deus fez no passado e pode fazer pôr ela; também exalta o poder de Deus criando em nossos corações uma fé de que este Deus tudo pode, com isto o louvor vai nos libertando dos pensamentos negativos e nos despertando para tudo o que Deus pode fazer em nossas vidas pôr mais difícil que possa parecer.
Em forma de cânticos o Louvor se torna avivado trazendo alegria aos corações tristes e oprimidos obs.: Geralmente quando uma pessoa vai pela primeira vez a uma Igreja Evangélica, ela chega triste, cheia de problemas, perturbada e oprimida às vezes nervosas e tensas e o Louvor é a arma para quebrar este gelo, permitindo que estas pessoas fiquem alegres e a vontade para que o Espírito Santo possa operar em suas vidas.
Como diz um ditado no mundo quem "“ canta seus males espanta “"
O Louvor também tem a função de trazer a unção do Espírito Santo para que a palavra de Deus possa fluir livremente no coração do pregador para que ele não fale só pelo seu entendimento, mas transmita a palavra de Deus revelada pelo Espírito, e Deus possa falar o que quer com a congregação.
Aqui eu deixo para vocês algumas passagens Bíblicas aonde vocês poderão encontrar alguns exemplos de Louvor.
(Sl. 34-1, Sl. 22-3 Hb. 13-15, Lc. 24: 53).
Louvar é reunir todos os feitos de Deus e expressar em cânticos e palavras e glorificações.
A igreja primitiva estava sempre louvando a Deus.
Quando estamos louvando, Deus esta sendo entronizado. Entronizar é reconhecer a grandeza, a exaltação o poder e a glória.
Quando enchemos nossa vida e nosso lar, ou terras ou lugares de louvor, Deus estará presente e criando um clima de paz.
Quando Deus nos toca o coração e nos preenche realmente, as nossas únicas expressões, para realmente mostrar-mos o nosso amor a ele são as lágrimas.
A oração de louvor é a porta de entrada ao Trono da graça, para a Adoração.
(2ª Cr. 5: 13-14; Sl. 119:164, e 34:1).
O cântico como já me referi pode ser um veiculo de louvor e adoração, mas não é necessariamente louvor e adoração. Temos que levar a sério o relacionamento com Deus.
As pessoas que na igreja estejam incumbidas de fazerem o louvor tem a função de conduzir o povo ou a igreja na presença de Deus; e estas pessoas precisam ser integras convertidas, e ter uma vida repleta de jejum, oração e consagração.
Cantar todo mundo canta.
Abrir a boca e cantar um cântico decorado e bater palmas não é louvar; Louvar é cantar expressões que saiam do coração, para louvar e expressar a Deus a honra e a Glória.
Louvar a Deus é mais que cantar. A oração de louvor mais do que a palavra é a atitude.
Atitude de louvar a Deus com o meu sentimento.
Nosso destino é o trono é a glória de Deus, e Deus hoje pode ter o seu trono em nosso coração.
Gozar a vida é viver na presença de Deus.
Não se iluda, porque se alguém tem um encontro real com Jesus Cristo; esta pessoa vai passar a agradá-lo.
Você não sente fome de sexo, ou outro prazer carnal qualquer no coração, mas sente fome de se encher de Deus. Quem anda com o coração cheio de Deus, segue os princípios de Deus.
Oração é mais do que palavras, Oração é um modo de viver, é o oxigênio da nossa alma, sem oração não há cristianismo, não há vida espiritual.
(Jo. 15:7 – Sl. 37:4 e 8:1).
O louvor é a atitude adequada para as reuniões na igreja.
O louvor é a arma contra os inimigos, (2ªCr. 20,21 e 22).
O louvor é a fonte de alegria (Sl. 9:1 e 2- 35:27).
O louvor esta ligado à movimentação física, (Sl. 63:4 e 134:2).
Louvamos com o nosso corpo; quando você cumprimenta uma pessoa, existe uma expressão corporal, o calor muda para cada pessoa de acordo com o amor que você sente pôr ela.
Irmãos Deus é uma pessoa que quer ser cumprimentada pôr você.
Como se abraça a Deus?
Louvando com expressões corporais mostrando o calor do nosso amor para com ele.
O louvor esta em nossa boca; devemos estar constantemente, dando Glória a Deus. Isto é louvor.
Não devemos ter vergonha e sim orgulho, orgulho de ser-mos de Jesus.
Onde Ele esta um dia eu estarei, porque se eu não me envergonhar d’Ele com certeza Ele virá para me buscar, ”Maranata” ora vem Senhor Jesus. ´
O louvor pode ser dirigido a Deus ou aos homens (Pv. 27.21; Pv. 31.30; Rm. 3.3; II Cor. 7.14). Afinal, louvor é elogio. A bíblia diz que o próprio Deus louvará aos salvos (I Cor. 4.5). A adoração, porém, só pode ser dirigida a Deus. “Ao Senhor teu Deus adorarás e só a ele darás culto” (Mt. 4.10; Ap.19.10).
Podemos louvar ao Senhor com nossas palavras, declarando seus atributos e a grandeza dos seus feitos. Esta é também uma forma de testemunho da nossa fé. Podemos fazer isto falando ou cantando. Vemos, portanto, que louvor não é sinônimo de música, como muitos consideram. É preciso que compreendamos isso. O louvor a Deus, antes de ter uma forma musical, precisa ser uma experiência pessoal e espiritual. É maravilhoso cantar as canções que outros irmãos fizeram, mas é também importante que cada pessoa louve ao Senhor com suas próprias palavras, falando ou cantando sobre sua própria realidade e sua experiência com Deus. Louvor é uma forma de oração.
O louvor existe, não para ser um elemento a mais no culto, nem para servir como entretenimento. Sua beleza muitas vezes nos deixa maravilhados, mas isso não é o mais importante. Muitas vezes ficamos preocupados com as questões técnicas do louvor musical e nos esquecemos dos fatores espirituais. Tudo isso tem a sua importância, mas o espiritual precisa ser priorizado, embora não sirva como desculpa para a deficiência técnica.
Como ministros de louvor, trabalhamos muito para a sua realização, e da melhor forma possível. Precisamos, porém, estar atentos para o objetivo do que fazemos. O louvor foi realizado, mas... foi eficaz? Produziu efeitos? Muitas pessoas nem imaginam que o louvor possa produzir algum efeito. Mas vejamos o que diz o texto de (At. 16.25-26): “Pela meia-noite Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, enquanto os presos os escutavam. De repente houve um tão grande terremoto que foram abalados os alicerces do cárcere, e logo se abriram todas as portas e foram soltos os grilhões de todos.” Nesse episódio, o efeito do louvor foi a libertação dos cativos. O poder de Deus se manifestou naquele lugar.
O louvor precisa sair do coração do homem, inspirado pelo Espírito Santo, e alcançar o coração de Deus. Existem muitas questões implícitas nessa frase, muitos aspectos que viabilizam ou bloqueiam o verdadeiro louvor, conforme estudaremos oportunamente. Quando conseguimos alcançar o coração de Deus e agradá-lo, então o Senhor libera o seu poder, de maneira que naquele ambiente, onde o verdadeiro louvor se realiza, a ação de Deus acontece. Os demônios não podem permanecer (I Sm. 16.16; Sl. 149.6-9). Os oprimidos são libertos e há uma atmosfera celestial, propícia à ação do Espírito Santo e adequada para o pronunciamento da mensagem profética (II Rs. 3.15-16).
Que o Senhor nos abençoe para que o nosso louvor seja aperfeiçoado como instrumento do Espírito Santo no meio do seu povo.
ADORAÇÃO
Este tipo de oração é a forma mais elevada que possamos encontrar, aonde sentimos a presença do Senhor ao nosso lado nos abraçando. Adoração é a resposta do meu amor ao amor de Deus.
Não há adoração verdadeira sem o auxilio do Espírito Santo, (Marcos 12:30); Ama o teu Deus com o fervor do teu coração e do teu espírito.
Adoração é estar diante do trono do Senhor declarando a ele o seu amor pelo que ele é; Devemos viver em adoração, ninguém adora sem estar na real presença do Trono da graça.
A Adoração é o relacionamento mais alto com Deus, é o toque do meu espírito com o espírito de Deus é uma coisa profunda é a plenitude de estar diante de Deus, adorar é concentrarmos na presença de Deus (Ap. 4:9 ao 11).
A Bíblia nos mostra nestes versículos a atitude dos seres celestiais na presença de Deus.
Eu tenho em minhas pregações enfatizado sempre que Deus colocou um vazio no coração do homem que só é preenchido quando o homem se torna um verdadeiro adorador; A bíblia diz no livro de (Jo. 4:24), Deus é espírito e importa ser adorado em espírito e em verdade. Se nós não tomarmos a posição de sermos verdadeiros adoradores o vazio que sentimos em nosso coração jamais será preenchido.
Os seres humanos procuram de todas as formas encontrarem a solução para preencher este vazio, mas sem sucesso, o que, mas chegam perto é de uma falsa alegria e liberdade que encontram na bebida alcoólica, nas drogas, nas noitadas de prostituição que, ao chegarem ao dia seguinte experimentam uma ressaca uma solidão e um vazio ainda maior. Você não vai encontrar no dinheiro, nas drogas, no sexo e em nada neste mundo o que preencha este vazio, este vazio só é preenchido quando você se torna um adorador de Deus.
No momento que você se torna um adorador, você não é mais o mesmo; você passa a viver com dignidade. Quando você aprende o caminho do trono, sua vida será diferente. Você não anda de qualquer jeito, você não vê qualquer coisa, você se veste diferente, você não fala palavras torpes, você anda com dignidade.
A única coisa que Deus procura hoje é verdadeiros adoradores e se procura verdadeiros é porque com certeza há falsos adoradores. Toda a bíblia é um fascinante relato de Deus a procura do ser humano. Desde a queda do homem no jardim do Éden, Deus esta no seu encalço, a procura de indivíduos que se disponha a cumprir a função para o qual foram criados: adorar o Senhor.
È isto, fomos feitos para adorar, mas qual tem sido o alvo ou objeto da nossa adoração?
A quem prestamos nossa adoração (Ex.20.1-5; At.10.24-26; 14. 11-18; Ap 22. 8-9)? Deus é exclusivo no que se refere à adoração. Ele não aceita concorrência.Ele disse não terá outros deuses diante de mim, Eu sou o Senhor.As pessoas de hoje cultuam muitos deuses, embora se achem sofisticadas de mais para acreditar em um deus. O culto a personalidades, ao poder e ao dinheiro, ao prazer, á natureza, á força humana, aos demônios, ás tradições religiosas acontece como traição contra Deus, que é o único a quem se deve adorar.
O imperativo da adoração, a adoração não é meramente uma opção; adoração é um dever, é um imperativo. ”Deixar de adorar é estar em falta com Deus”(Sl 96.9;Ap 14.7;15.4);o propósito de Deus para nós ao nos criar e ao nos salvar em Cristo, foi adorá-lo;fora da adoração de Deus o homem encontra-se fora do propósito de sua existência e ,por isso mesmo,fadado a uma vida sem sentido.
O modo da adoração, a mulher samaritana, numa tentativa de desviar do foco principal a conversa que tratava com Jesus, referiu-se á disputa sobre o lugar certo para se adorar a Deus que havia entre judeus e samaritanos. A resposta de Jesus volta ao centro da questão: não é a forma do culto,nem o lugar que importa,mas que a adoração aconteça “em espírito e em verdade”,em qualquer lugar.
A adoração não é uma atividade extra na vida; adoração é o próprio estilo de vida do crente. Tudo em nós deve ser para adoração
(1ªCo 10.32; Sl 103.1), adoração é santificação pessoal (Is 1.15-17; 59.2), é reverência (Ex3. 5. Hc2. 20), é intimidade (Sl25. 14), é compromisso; adoração é também envolvimento, é engajar-se. Depois de Moisés descalçar os seus pés e adorar ante a majestade de Deus, ele tomou o cajado e foi liberar o povo cativo. Em Marcos 1.35-39 temos Jesus Cristo levantando-se alta madrugada e indo para um lugar deserto para orar. Mas logo depois, ele vai por toda a Galiléia pregando nas sinagogas e expelindo demônios. Por que a adoração nos motiva a servir.
Lembre-se Deus esta a procura de adoradores, será que Ele vai encontrar entre nós?
A Adoração pode expressar de várias formas, mas a adoração não é somente expressão. Mas podemos usar veículos de expressão de adoração. Quais os elementos da adoração?
1) A oração pode ser veículo de adoração, o louvor, as ações de graça, a confissão dos pecados ou da palavra.
2)A oferta na igreja é uma expressão de adoração.
3)Muitos são os elementos, a própria pregação ou leitura da bíblia.
Adoração é a resposta do meu amor ao amor de Deus. Se você ama a Deus, tudo que você quer é a glória de Deus. Viver com Deus, que gostoso, viver com Deus... .
Atitudes de adoração
1) (Lc. 7:36 ao 39).
Um coração quebrantado e um espírito contrito, Deus não despreza.
Contritar é reduzir a pó, é assim que deve ser o nosso coração na presença de Deus.
2) Humildade, adoração sem humildade é amor sem compromisso.
3) Amor, sem amor é impossível agradar a Deus porque Deus é amor (1ºCo. 13:1-9).
4) Dádiva, quem ama dá, por que entende que dar é melhor que receber (Rm. 5:8).
Quando ministramos ao Senhor é Ele que nos ministra e ficamos cheios da graça. Você jamais vai dar ao Pai mais do que Ele te dá, quanto mais você der a Ele mais Ele vai te dar seja em que aspecto for.
Na Adoração Deus é o objeto da nossa oração e o lugar da oração é o Espírito.
Seja um adorador, invista mais tempo na adoração. Conheça Deus na intimidade.Não seja um mero visitante na sala do trono, entre e permaneça lá – isso mudará a sua vida, comece a praticar agora.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Bem vindo a família de Deus
BEM VINDO A FAMÍLIA DE DEUS
Pôr aquilo que você respondeu nas lições anteriores podemos declarar com muita alegria que, agora você faz parte da família de Deus.
Com esta decisão, o Espírito Santo lhe introduziu numa nova dimensão espiritual, onde tudo se fez novo pelo poder transformador da palavra de Deus. A partir deste dia ditoso, você passou a desfrutar das bênçãos preparadas para os que servem ao Senhor, e começou a descobrir os tesouros que a vida cristã te reserva. Você esta dando os primeiros passos. Pôr isso mesmo, a Igreja Evangélica Reunidos pela Verdade tem não só o privilégio de cumprimentá-lo (a), mas também oferecer-lhe apoio espiritual, a fim de vê-lo equipado para ser um bom e frutífero servo de Cristo.
Depois de estudar as quatro leis espirituais, nas lições anteriores, vamos dar as orientações básicas para você se preparar para as duas ordenanças determinadas pelo Senhor Jesus: “O Batismo nas Águas e a Ceia do Senhor”.
A MARAVILHOSA EXPÊRIENCIA DO BATISMO NAS ÁGUAS
Dentre as várias experiências que o ser humano pode ter neste mundo, as mais importantes são aquelas que têm um significado espiritual. Em meio a todos os fatos de caráter espiritual, sem dúvida, podemos destacar o batismo em águas – a maravilhosa ordenança do Senhor Jesus: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.
(Mt. 28: 19). Nesta leitura destacaremos quatro pontos importantes que o batizando deve ter em mente para descer as águas do batismo Bíblico.
I – O que é Batismo?
È o ato de o cristão ser mergulhado em águas, como símbolo do sepultamento (da sua morte) para o pecado e da sua ressurreição em Cristo, quando ele é emerso da água. Assim, o batismo nas águas é uma celebração que simboliza o milagre do crente ser batizado (emergido, introduzido) espiritualmente no corpo de Cristo (que é a igreja universal).
O apóstolo Paulo explica essa simbologia:
A-) Rm. 6:4 – “Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim nós também em novidade de vida”.
B-) Cl. 2:12- “tendo sido sepultados com ele no batismo, no qual também fostes ressuscitados pele fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos”.
Vejamos mais referências gerais sobre o batismo:
Mt. 3:1-17; Mc. 1:1-11; Mt. 28:18-20; Mc. 16:14-16; At. 2:38-42; 8:26-39; 10:44-48 e 16:25-34.
II – PROPÓSITOS PESSOAIS ERRADOS PARA O BATISMO
A- Batizar-se porque quero tocar na banda, orquestra, ou cantar no grupo de louvor da igreja.
B- Batizar-se porque meus pais querem.
C- Batizar-se simplesmente porque estou namorando com uma pessoa membro da igreja e quero me casar no templo.
D- Batizar-se porque os cooperadores da igreja estão insistindo que eu batize.
E- Batizar-se para deixar o Pastor ou o Dirigente da Igreja ou Congregação feliz.
F- Batizar-se para ver se ganho força para parar de fumar, beber, etc...
III – PROPÓSITOS PESSOAIS CERTOS PARA O BATISMO
A- Batizar-se, voluntariamente por amor e para fazer a vontade de Deus.
(Sl. 1:1, 2; Sl. 40:8; Sl. 119:24; Sl. 119:77)
B- Batizar-se pôr ter o desejo de testemunhar publicamente que é uma nova criatura em Cristo (2ºCo. 5:17).
C- Batizar-se para seguir sinceramente o exemplo de Jesus que também foi batizado. Jesus quis batizar-se para nos dar exemplo. (Mt. 3:13-17).
D- Batizar-se para tornar-se, de livre e espontânea vontade, integrante do rol de membros da igreja local.
IV - BENÇÃOS QUE O CRISTÃO DEVE TER EXPERIMENTADO PARA SER BATIZADO.
1- Ter experimentado o milagre da conversão.
2- Ter experimentado o milagre da regeneração novo nascimento (Jo. 3:3-7).
Ter sido introduzido espiritualmente no corpo de Cristo, na igreja universal de Cristo Jesus.
(1ºCr. 12: 12-13 e Gl. 3:27).
Somente Deus é quem vê isso. È invisível aos olhos humanos.
Pôr aquilo que você respondeu nas lições anteriores podemos declarar com muita alegria que, agora você faz parte da família de Deus.
Com esta decisão, o Espírito Santo lhe introduziu numa nova dimensão espiritual, onde tudo se fez novo pelo poder transformador da palavra de Deus. A partir deste dia ditoso, você passou a desfrutar das bênçãos preparadas para os que servem ao Senhor, e começou a descobrir os tesouros que a vida cristã te reserva. Você esta dando os primeiros passos. Pôr isso mesmo, a Igreja Evangélica Reunidos pela Verdade tem não só o privilégio de cumprimentá-lo (a), mas também oferecer-lhe apoio espiritual, a fim de vê-lo equipado para ser um bom e frutífero servo de Cristo.
Depois de estudar as quatro leis espirituais, nas lições anteriores, vamos dar as orientações básicas para você se preparar para as duas ordenanças determinadas pelo Senhor Jesus: “O Batismo nas Águas e a Ceia do Senhor”.
A MARAVILHOSA EXPÊRIENCIA DO BATISMO NAS ÁGUAS
Dentre as várias experiências que o ser humano pode ter neste mundo, as mais importantes são aquelas que têm um significado espiritual. Em meio a todos os fatos de caráter espiritual, sem dúvida, podemos destacar o batismo em águas – a maravilhosa ordenança do Senhor Jesus: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.
(Mt. 28: 19). Nesta leitura destacaremos quatro pontos importantes que o batizando deve ter em mente para descer as águas do batismo Bíblico.
I – O que é Batismo?
È o ato de o cristão ser mergulhado em águas, como símbolo do sepultamento (da sua morte) para o pecado e da sua ressurreição em Cristo, quando ele é emerso da água. Assim, o batismo nas águas é uma celebração que simboliza o milagre do crente ser batizado (emergido, introduzido) espiritualmente no corpo de Cristo (que é a igreja universal).
O apóstolo Paulo explica essa simbologia:
A-) Rm. 6:4 – “Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim nós também em novidade de vida”.
B-) Cl. 2:12- “tendo sido sepultados com ele no batismo, no qual também fostes ressuscitados pele fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos”.
Vejamos mais referências gerais sobre o batismo:
Mt. 3:1-17; Mc. 1:1-11; Mt. 28:18-20; Mc. 16:14-16; At. 2:38-42; 8:26-39; 10:44-48 e 16:25-34.
II – PROPÓSITOS PESSOAIS ERRADOS PARA O BATISMO
A- Batizar-se porque quero tocar na banda, orquestra, ou cantar no grupo de louvor da igreja.
B- Batizar-se porque meus pais querem.
C- Batizar-se simplesmente porque estou namorando com uma pessoa membro da igreja e quero me casar no templo.
D- Batizar-se porque os cooperadores da igreja estão insistindo que eu batize.
E- Batizar-se para deixar o Pastor ou o Dirigente da Igreja ou Congregação feliz.
F- Batizar-se para ver se ganho força para parar de fumar, beber, etc...
III – PROPÓSITOS PESSOAIS CERTOS PARA O BATISMO
A- Batizar-se, voluntariamente por amor e para fazer a vontade de Deus.
(Sl. 1:1, 2; Sl. 40:8; Sl. 119:24; Sl. 119:77)
B- Batizar-se pôr ter o desejo de testemunhar publicamente que é uma nova criatura em Cristo (2ºCo. 5:17).
C- Batizar-se para seguir sinceramente o exemplo de Jesus que também foi batizado. Jesus quis batizar-se para nos dar exemplo. (Mt. 3:13-17).
D- Batizar-se para tornar-se, de livre e espontânea vontade, integrante do rol de membros da igreja local.
IV - BENÇÃOS QUE O CRISTÃO DEVE TER EXPERIMENTADO PARA SER BATIZADO.
1- Ter experimentado o milagre da conversão.
2- Ter experimentado o milagre da regeneração novo nascimento (Jo. 3:3-7).
Ter sido introduzido espiritualmente no corpo de Cristo, na igreja universal de Cristo Jesus.
(1ºCr. 12: 12-13 e Gl. 3:27).
Somente Deus é quem vê isso. È invisível aos olhos humanos.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Necessidade de receber a Cristo
NECESSIDADE DE RECEBER A CRISTO
No estudo nº.03 vimos que Jesus Cristo é a única solução de Deus para o pecado do homem.
Hoje veremos que o homem precisa receber a Cristo para obter a vida que Jesus veio providenciar.
(Não se esqueça que todas as referencias são do Evangelho de João)
1-) Qual foi o grande milagre que conheceu os discípulos de que o que Jesus disse sobre Si e Sua morte era verdade? (Jo. 20:1-9, 19, 20, 24, 29)
------------------------------------------------------------------------------------------------------
2-) Não é suficiente conhecer os fatos sobre Jesus e seus ensinos. O que deve acontecer antes de alguém se convencer de que as afirmações de Jesus são verdadeiras? (Jo. 7:16, 17)
------------------------------------------------------------------------------------------------------
3-) Que é vida eterna? (Jo. 17:3)
------------------------------------------------------------------------------------------------------
4-) O que deve acontecer conosco antes de nos relacionarmos apropriadamente com Deus? (Jo. 3:6, 7)
------------------------------------------------------------------------------------------------------
5-) O que as duas idéias paralelas de (Jo. 1:12)explicam que devemos fazer para sermos nascidos de Deus? (Jo. 1:12, 13)
------------------------------------------------------------------------------------------------------
6-) Na língua em que o Novo Testamento foi escrito as palavras usadas para “fé” e “confiança” são as mesmas (no grego). Crer em Cristo é o mesmo que depositar confiança ou ter fé n’Ele. De acordo com (Jo. 1:12), receber a Cristo é o mesmo que depositar confiança n’Ele. Como é que você espera alcançar perdão de Deus? E a vida eterna? Você acha que é digno de confiança? Estaria disposto a confiar sua vida a Cristo, que com sua morte na cruz pagou a culpa de seus pecados? Você gostaria de chamá-lo “Senhor meu Deus” (Jo. 20:28)?Se deseja depositar sua fé n’Ele, ore dizendo:
“Senhor Jesus, obrigado pôr me amar e vir ao mundo para morrer pôr mim. Eu te recebo agora em meu coração, em minha vida como meu Senhor e Salvador. Obrigado pôr perdoar os meus pecados e me dar à vida eterna. Desejo seguir-Te e servir-Te de todo o meu coração. Amém”.
7-) Você crê que a oração acima foi atendida pôr Deus?---------------------
Se você confiou a sua vida a Cristo, o que é que lhe aconteceu segundo (Jo. 5:24)?
-----------------------------------------------------------------------------------------------------
8-) Qual é o resultado de confiar n’Aquele que venceu a morte física e espiritual em seu favor? (Jo. 11:25-27)
------------------------------------------------------------------------------------------------------
9-) Se pela fé, você se tornou uma ovelha do Bom Pastor que lhe acolheu? (Jo. 10: 25-27)
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
10-) O que Jesus pediu em oração por aqueles que iriam crer n’Ele?
(Jo. 17: 15-23)
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
11-) O que Deus nos encarregou a fazer? (Jo. 15:16)
12-) O que devemos fazer, se desejamos que a vida de Jesus se expresse através de nós? (Jo. 15: 1-8)
------------------------------------------------------------------------------------------------------
13-) Como é que os outros percebem que você é um discípulo de Jesus?
(Jo. 13:34-35)
------------------------------------------------------------------------------------------------------
E daí conseguiu ler todo o Evangelho de João? Se você terminou a leitura do Evangelho de João, continue o seu estudo diário da Bíblia, talvez procurando ler agora todo o novo Testamento. Se preferir poderá ler novamente o Evangelho de João. Na segunda leitura, muitas coisas ficarão bem mais claras para você. E, que Deus o abençoe.
No estudo nº.03 vimos que Jesus Cristo é a única solução de Deus para o pecado do homem.
Hoje veremos que o homem precisa receber a Cristo para obter a vida que Jesus veio providenciar.
(Não se esqueça que todas as referencias são do Evangelho de João)
1-) Qual foi o grande milagre que conheceu os discípulos de que o que Jesus disse sobre Si e Sua morte era verdade? (Jo. 20:1-9, 19, 20, 24, 29)
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2-) Não é suficiente conhecer os fatos sobre Jesus e seus ensinos. O que deve acontecer antes de alguém se convencer de que as afirmações de Jesus são verdadeiras? (Jo. 7:16, 17)
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3-) Que é vida eterna? (Jo. 17:3)
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4-) O que deve acontecer conosco antes de nos relacionarmos apropriadamente com Deus? (Jo. 3:6, 7)
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5-) O que as duas idéias paralelas de (Jo. 1:12)explicam que devemos fazer para sermos nascidos de Deus? (Jo. 1:12, 13)
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6-) Na língua em que o Novo Testamento foi escrito as palavras usadas para “fé” e “confiança” são as mesmas (no grego). Crer em Cristo é o mesmo que depositar confiança ou ter fé n’Ele. De acordo com (Jo. 1:12), receber a Cristo é o mesmo que depositar confiança n’Ele. Como é que você espera alcançar perdão de Deus? E a vida eterna? Você acha que é digno de confiança? Estaria disposto a confiar sua vida a Cristo, que com sua morte na cruz pagou a culpa de seus pecados? Você gostaria de chamá-lo “Senhor meu Deus” (Jo. 20:28)?Se deseja depositar sua fé n’Ele, ore dizendo:
“Senhor Jesus, obrigado pôr me amar e vir ao mundo para morrer pôr mim. Eu te recebo agora em meu coração, em minha vida como meu Senhor e Salvador. Obrigado pôr perdoar os meus pecados e me dar à vida eterna. Desejo seguir-Te e servir-Te de todo o meu coração. Amém”.
7-) Você crê que a oração acima foi atendida pôr Deus?---------------------
Se você confiou a sua vida a Cristo, o que é que lhe aconteceu segundo (Jo. 5:24)?
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8-) Qual é o resultado de confiar n’Aquele que venceu a morte física e espiritual em seu favor? (Jo. 11:25-27)
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9-) Se pela fé, você se tornou uma ovelha do Bom Pastor que lhe acolheu? (Jo. 10: 25-27)
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10-) O que Jesus pediu em oração por aqueles que iriam crer n’Ele?
(Jo. 17: 15-23)
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11-) O que Deus nos encarregou a fazer? (Jo. 15:16)
12-) O que devemos fazer, se desejamos que a vida de Jesus se expresse através de nós? (Jo. 15: 1-8)
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13-) Como é que os outros percebem que você é um discípulo de Jesus?
(Jo. 13:34-35)
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E daí conseguiu ler todo o Evangelho de João? Se você terminou a leitura do Evangelho de João, continue o seu estudo diário da Bíblia, talvez procurando ler agora todo o novo Testamento. Se preferir poderá ler novamente o Evangelho de João. Na segunda leitura, muitas coisas ficarão bem mais claras para você. E, que Deus o abençoe.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A provisão de Deus para o pecado do homem
A PROVISÃO DE DEUS PARA O PECADO DO HOMEM
No estudo N.º2, vimos que o homem é pecador e está separado de Deus. Agora veremos que Jesus é a única solução de Deus para o pecado do homem. Pôr meio d’Ele podemos conhecer o amor e o plano de Deus para nossa vida. (Não se esqueçam de que todas as referencias neste estudo são do Evangelho de João).
1-) O que Jesus afirmou sobre si mesmo em (Jô. 14:6)?
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2-) Que outras coisas Jesus disse de si mesmo que, se verdadeiras, tornam o versículo 6 do capítulo 14 válido?
--------------------------------------------------------------------------------------------------------
A- Quem afirmou ser em (Jô. 10: 30-33)?
-----------------------------------------------------------------------------------------------------
B- De onde Ele disse que veio? Para onde foi? (Jô. 16:28)
------------------------------------------------------------------------------------------------------
C- O que Ele disse que sempre fez? (Jô. 8:29)
------------------------------------------------------------------------------------------------------
3-) Leia (Jô. 8:58, 59) Esta passagem pode ser melhor compreendida levando-se em conta o que Deus disse centenas de anos antes de Jesus vir (Êxodo 3:14), quando Moisés perguntou-lhe sobre o que devia dizer ao povo de Israel se lhe perguntassem pelo seu nome de Deus. E disse Deus a Moisés: Eu sou o que sou. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: Eu sou me enviou a vós outros.
Agora, responda: qual foi a reação de algumas pessoas religiosas quanto ás afirmações de Jesus?
-------------------------------------------------------------------------------------------------
4-) Jesus tinha testemunhas para o fato de que suas afirmações eram verdadeiras. Quais e eram elas?
A- Jô. 5:32, 33-----------------------------------------------------------------------
B- Jô. 5:36 ---------------------------------------------------------------------------
C- Jô. 5:37, 38 ----------------------------------------------------------------------
D- Jô. 5: 39 -----------------------------------------------------------------------------
E- Jô. 8:12-14, 18 --------------------------------------------------------------------
5-) O que João Batista, que foi o precursor de Jesus, anunciou como a grande realização de Jesus? (Jô. 1:29)
---------------------------------------------------------------------------------------------------
Obs.: (Para entender completamente este anúncio, é importante lembrar que o povo judeu, a quem João estava falando, era familiarizado com o sistema sacrificial do Velho Testamento, onde ovelha e outros animais eram sacrificados pelo pecado. Esse sistema apontava para o tempo quando Jesus iria, de uma vez para sempre, pelo seu sacrifício, “tirar o pecado do mundo”. (A leitura de Hb.10:1-25 será útil aqui).
6-) Teria Cristo cometido algum pecado pelo qual devesse morrer? (Jô. 8:29)
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
7-) O que o homem que condenou Jesus a morte declarou sobre a sua culpa? (Jô. 18:38)
---------------------------------------------------------------------------------------------------
8-) Do ponto de vista humano, porque Jesus foi condenado á morte?
(Jô. 19:4-16)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
9-) Oque Jesus disse sobre sua morte? (Jô. 10:11-18)
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
10-) Que tipo de morte Jesus teria que enfrentar? (Jô. 12:32-34)
----------------------------------------------------------------------------------------------------
11-) Qual o significado das palavras de Jesus em Jô 19:30, ao morrer pêlos pecados dos homens?--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
12-) Qual a conseqüência para a pessoa que não olha com fé para Jesus, que morreu para tirar os seus pecados? (Jô. 8:24)
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
13-) A luz deste estudo, reveja as afirmações de Cristo em (Jô. 14:16). Você já veio ao Pai, pela fé, através de Jesus?----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Lembre-se de continuar a ler um capitulo pôr dia do Evangelho de João, pedindo a Deus que o ajude a compreender a sua palavra. Procure ler todo esse Evangelho.
No estudo N.º2, vimos que o homem é pecador e está separado de Deus. Agora veremos que Jesus é a única solução de Deus para o pecado do homem. Pôr meio d’Ele podemos conhecer o amor e o plano de Deus para nossa vida. (Não se esqueçam de que todas as referencias neste estudo são do Evangelho de João).
1-) O que Jesus afirmou sobre si mesmo em (Jô. 14:6)?
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2-) Que outras coisas Jesus disse de si mesmo que, se verdadeiras, tornam o versículo 6 do capítulo 14 válido?
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A- Quem afirmou ser em (Jô. 10: 30-33)?
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B- De onde Ele disse que veio? Para onde foi? (Jô. 16:28)
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C- O que Ele disse que sempre fez? (Jô. 8:29)
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3-) Leia (Jô. 8:58, 59) Esta passagem pode ser melhor compreendida levando-se em conta o que Deus disse centenas de anos antes de Jesus vir (Êxodo 3:14), quando Moisés perguntou-lhe sobre o que devia dizer ao povo de Israel se lhe perguntassem pelo seu nome de Deus. E disse Deus a Moisés: Eu sou o que sou. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: Eu sou me enviou a vós outros.
Agora, responda: qual foi a reação de algumas pessoas religiosas quanto ás afirmações de Jesus?
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4-) Jesus tinha testemunhas para o fato de que suas afirmações eram verdadeiras. Quais e eram elas?
A- Jô. 5:32, 33-----------------------------------------------------------------------
B- Jô. 5:36 ---------------------------------------------------------------------------
C- Jô. 5:37, 38 ----------------------------------------------------------------------
D- Jô. 5: 39 -----------------------------------------------------------------------------
E- Jô. 8:12-14, 18 --------------------------------------------------------------------
5-) O que João Batista, que foi o precursor de Jesus, anunciou como a grande realização de Jesus? (Jô. 1:29)
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Obs.: (Para entender completamente este anúncio, é importante lembrar que o povo judeu, a quem João estava falando, era familiarizado com o sistema sacrificial do Velho Testamento, onde ovelha e outros animais eram sacrificados pelo pecado. Esse sistema apontava para o tempo quando Jesus iria, de uma vez para sempre, pelo seu sacrifício, “tirar o pecado do mundo”. (A leitura de Hb.10:1-25 será útil aqui).
6-) Teria Cristo cometido algum pecado pelo qual devesse morrer? (Jô. 8:29)
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7-) O que o homem que condenou Jesus a morte declarou sobre a sua culpa? (Jô. 18:38)
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8-) Do ponto de vista humano, porque Jesus foi condenado á morte?
(Jô. 19:4-16)
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9-) Oque Jesus disse sobre sua morte? (Jô. 10:11-18)
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10-) Que tipo de morte Jesus teria que enfrentar? (Jô. 12:32-34)
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11-) Qual o significado das palavras de Jesus em Jô 19:30, ao morrer pêlos pecados dos homens?--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
12-) Qual a conseqüência para a pessoa que não olha com fé para Jesus, que morreu para tirar os seus pecados? (Jô. 8:24)
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13-) A luz deste estudo, reveja as afirmações de Cristo em (Jô. 14:16). Você já veio ao Pai, pela fé, através de Jesus?----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Lembre-se de continuar a ler um capitulo pôr dia do Evangelho de João, pedindo a Deus que o ajude a compreender a sua palavra. Procure ler todo esse Evangelho.
terça-feira, 5 de abril de 2011
O pecado e a separação do homem
O PECADO E A SEPARAÇÃO DO HOMEM
No estudo N.º1, consideramos o fato de que Deus nos ama e tem um plano maravilhoso para nossas vidas.
Mas, pôr que é que a maioria das pessoas não está experimentando o amor e o plano de Deus? Isso acontece porque o homem é pecador e está separado de Deus.
A palavra grega para “pecado” que é usado na Bíblia, significa “errar o alvo”. Então, pecar é falhar em andar conforme a vontade de Deus.
Em( Rm. 3:23), lemos que “Todos pecaram e carecem da glória de Deus”.
E, em (Rm. 6:23), “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor”.
Pôr causa do pecado, a Bíblia descreve o homem como morto espiritualmente e separado de Deus. (Lembre-se de todas as referências neste estudo que dizem respeito ao Evangelho de João).
1-) Como é que a Bíblia descreve a condição do homem que é separado de Deus pelo pecado?(Jô. 12:46; 8:12)
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2-) Qual é o efeito do pecado sobre a pessoa que peca?(Jô. 8:31-34)
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3-) Pôr que muitas pessoas escolhem permanecer nas trevas ao invés de virem para luz de Deus? (Jô. 3:19, 20)
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4-) Pôr que os homens odiaram uma pessoa tão boa como Jesus? (Jô. 7:7)
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5-) Qual é a relação entre Jesus e Deus no julgamento contra o pecado? (Jô. 5:22-27)
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6-) Em que base Jesus pode julgar os homens justamente?(Jô. 2:24, 25)
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7-) No capítulo 16, Jesus explica a função do Espírito Santo. Qual é a função de acordo com os versículos 8 a 11?
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8-) O homem está espiritualmente morto e precisa que o Espírito Santo lhe conceda vida espiritual. Como é que Jesus explica essa necessidade a Nicodemos, que era um líder religioso? (Jô. 3:36)
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9-) Qual é a condição da pessoa que ainda não crê no Filho de Deus e que, pôr conseguinte, não recebeu a vida eterna? (Jô. 3:36)
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10-) Qual a razão apontada pôr Jesus de certas pessoas não terem a vida que Ele veio proporcionar? (Jô. 5:40)
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11-) Você já recebeu a Cristo e tem certeza de que vai para o céu?
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Lembre-se de continuar a ler um capítulo pôr dia do Evangelho de João orando para que Deus o ajude a compreender Sua Palavra.
No estudo N.º1, consideramos o fato de que Deus nos ama e tem um plano maravilhoso para nossas vidas.
Mas, pôr que é que a maioria das pessoas não está experimentando o amor e o plano de Deus? Isso acontece porque o homem é pecador e está separado de Deus.
A palavra grega para “pecado” que é usado na Bíblia, significa “errar o alvo”. Então, pecar é falhar em andar conforme a vontade de Deus.
Em( Rm. 3:23), lemos que “Todos pecaram e carecem da glória de Deus”.
E, em (Rm. 6:23), “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor”.
Pôr causa do pecado, a Bíblia descreve o homem como morto espiritualmente e separado de Deus. (Lembre-se de todas as referências neste estudo que dizem respeito ao Evangelho de João).
1-) Como é que a Bíblia descreve a condição do homem que é separado de Deus pelo pecado?(Jô. 12:46; 8:12)
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2-) Qual é o efeito do pecado sobre a pessoa que peca?(Jô. 8:31-34)
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3-) Pôr que muitas pessoas escolhem permanecer nas trevas ao invés de virem para luz de Deus? (Jô. 3:19, 20)
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4-) Pôr que os homens odiaram uma pessoa tão boa como Jesus? (Jô. 7:7)
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5-) Qual é a relação entre Jesus e Deus no julgamento contra o pecado? (Jô. 5:22-27)
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6-) Em que base Jesus pode julgar os homens justamente?(Jô. 2:24, 25)
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7-) No capítulo 16, Jesus explica a função do Espírito Santo. Qual é a função de acordo com os versículos 8 a 11?
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8-) O homem está espiritualmente morto e precisa que o Espírito Santo lhe conceda vida espiritual. Como é que Jesus explica essa necessidade a Nicodemos, que era um líder religioso? (Jô. 3:36)
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9-) Qual é a condição da pessoa que ainda não crê no Filho de Deus e que, pôr conseguinte, não recebeu a vida eterna? (Jô. 3:36)
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10-) Qual a razão apontada pôr Jesus de certas pessoas não terem a vida que Ele veio proporcionar? (Jô. 5:40)
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11-) Você já recebeu a Cristo e tem certeza de que vai para o céu?
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Lembre-se de continuar a ler um capítulo pôr dia do Evangelho de João orando para que Deus o ajude a compreender Sua Palavra.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
O amor e o Plano de Deus
Agora sou feliz de verdade porque encontrei Jesus a pérola preciosa, lendo este estudo você também vai encontra – lo, e como todos os que o encontram vai saltar de alegria.
Introdução (Nascendo para Deus)
O AMOR E O PLANO DE DEUS
Este é o primeiro de uma série de estudos bíblicos destinados a ajudá-lo a conhecer a Jesus Cristo pessoalmente. Os temas de quatro primeiras lições são os princípios básicos contidos nas “Quatro Leis Espirituais”, que são uma apresentação da mensagem básica do Cristianismo. Depois as lições seguintes dizem respeito ao discipulado propriamente dito.
As Quatro Leis Espirituais São Apresentadas Assim:
1º- Deus o ama e tem um plano maravilhoso para sua vida.
2º- O homem é pecador e está separado de Deus; pôr isso não pode conhecer nem experimentar o amor e o plano de Deus para sua vida.
3º- Jesus Cristo é a única solução de Deus para o pecado do homem. Pôr meio D´ELE, você pode conhecer o amor e o plano de Deus para sua vida.
4º- Precisamos receber a Cristo como salvador e Senhor pôr meio de um convite pessoal. Só então poderemos conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para nossa vida.
Todas as passagens que você vai examinar nesta série de lições são encontradas no Evangelho de João. As referencias dadas, dizem respeito a capítulos e versículos desse Evangelho. Pôr ex: 3:16, quer dizer: João capitulo 3, versículo 16.
È bom que você comece a ler diariamente esse evangelho dando-lhe preferência. Tente lê-lo todo. Sugerimos que você leia o evangelho de João (fazer plano de leitura com ficha) á medida em que você estuda as lições. A compreensão das lições capacitará você a entender melhor os versículos que forem aprendendo nas lições.
Comece com o capítulo 1 e leia um capítulo pôr dia até terminar o livro, o que acontece em três semanas. Leia com a mente e o coração abertos.
Enquanto estuda as lições, leia as perguntas e procure os versículos indicados. Em alguns casos, talvez você tenha que ler alguns versículos antes ou depois do indicado para melhor compreender o assunto. Então, escreva no espaço apropriado a resposta, de acordo com o que a passagem diz. Isto é didático.
Para você aprender, e poder ensinar depois, se esforce escreva e vai aprender coisas profundas e ter certeza do que Deus quer de e para você.
1º- Como Deus demonstrou que nos ama? (Jo. 3:16)
Ex:- Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para todo aquele que nele crer não pereça, mas, tenha a vida eterna. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2º- Através de quem podemos conhecer a Deus? (Jo. 1:18)
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3º- Desde quando Jesus Cristo existe?(Jo. 1:2)
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4º- Quanta coisa Jesus fez? (Jo. 1:3)
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5º- Como podemos ter certeza que o título “Verbo “se refere a Jesus”“?(Jo. 1:14)
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6º- O que Jesus disse que veio fazer? (Jo. 10:10)
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7º- Pôr que Jesus pode nos dar vida? (Jo. 1:4; 5:26)
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8º- Jesus usou várias figuras para ilustrar a vida abundante:
A-) Em Jo. 4:5-14 e 7:37, 38, usou a -------------------------; promessa: Jamais teremos sede.
B-) Em Jo. 6:35, 51, usou a-------------------------; Promessa: jamais teremos fome.
C-) Em Jo. 8:12, usou a -----------------------------; Promessa: Jamais andaremos em trevas.
9º- Dê algumas características da vida com Cristo, a partir das referências abaixo:
a) Jo. 8:31, 32,36
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
b) Jo. 13:35
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
c) Jo. 15:11
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10º- Pôr que João escreveu o Evangelho? (Jo. 20:29, 30,31)
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11º- Você crê que já recebeu pessoalmente o presente da vida abundante e eterna através de Jesus Cristo?
Introdução (Nascendo para Deus)
O AMOR E O PLANO DE DEUS
Este é o primeiro de uma série de estudos bíblicos destinados a ajudá-lo a conhecer a Jesus Cristo pessoalmente. Os temas de quatro primeiras lições são os princípios básicos contidos nas “Quatro Leis Espirituais”, que são uma apresentação da mensagem básica do Cristianismo. Depois as lições seguintes dizem respeito ao discipulado propriamente dito.
As Quatro Leis Espirituais São Apresentadas Assim:
1º- Deus o ama e tem um plano maravilhoso para sua vida.
2º- O homem é pecador e está separado de Deus; pôr isso não pode conhecer nem experimentar o amor e o plano de Deus para sua vida.
3º- Jesus Cristo é a única solução de Deus para o pecado do homem. Pôr meio D´ELE, você pode conhecer o amor e o plano de Deus para sua vida.
4º- Precisamos receber a Cristo como salvador e Senhor pôr meio de um convite pessoal. Só então poderemos conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para nossa vida.
Todas as passagens que você vai examinar nesta série de lições são encontradas no Evangelho de João. As referencias dadas, dizem respeito a capítulos e versículos desse Evangelho. Pôr ex: 3:16, quer dizer: João capitulo 3, versículo 16.
È bom que você comece a ler diariamente esse evangelho dando-lhe preferência. Tente lê-lo todo. Sugerimos que você leia o evangelho de João (fazer plano de leitura com ficha) á medida em que você estuda as lições. A compreensão das lições capacitará você a entender melhor os versículos que forem aprendendo nas lições.
Comece com o capítulo 1 e leia um capítulo pôr dia até terminar o livro, o que acontece em três semanas. Leia com a mente e o coração abertos.
Enquanto estuda as lições, leia as perguntas e procure os versículos indicados. Em alguns casos, talvez você tenha que ler alguns versículos antes ou depois do indicado para melhor compreender o assunto. Então, escreva no espaço apropriado a resposta, de acordo com o que a passagem diz. Isto é didático.
Para você aprender, e poder ensinar depois, se esforce escreva e vai aprender coisas profundas e ter certeza do que Deus quer de e para você.
1º- Como Deus demonstrou que nos ama? (Jo. 3:16)
Ex:- Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para todo aquele que nele crer não pereça, mas, tenha a vida eterna. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2º- Através de quem podemos conhecer a Deus? (Jo. 1:18)
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3º- Desde quando Jesus Cristo existe?(Jo. 1:2)
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4º- Quanta coisa Jesus fez? (Jo. 1:3)
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5º- Como podemos ter certeza que o título “Verbo “se refere a Jesus”“?(Jo. 1:14)
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6º- O que Jesus disse que veio fazer? (Jo. 10:10)
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7º- Pôr que Jesus pode nos dar vida? (Jo. 1:4; 5:26)
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8º- Jesus usou várias figuras para ilustrar a vida abundante:
A-) Em Jo. 4:5-14 e 7:37, 38, usou a -------------------------; promessa: Jamais teremos sede.
B-) Em Jo. 6:35, 51, usou a-------------------------; Promessa: jamais teremos fome.
C-) Em Jo. 8:12, usou a -----------------------------; Promessa: Jamais andaremos em trevas.
9º- Dê algumas características da vida com Cristo, a partir das referências abaixo:
a) Jo. 8:31, 32,36
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b) Jo. 13:35
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c) Jo. 15:11
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10º- Pôr que João escreveu o Evangelho? (Jo. 20:29, 30,31)
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11º- Você crê que já recebeu pessoalmente o presente da vida abundante e eterna através de Jesus Cristo?
terça-feira, 29 de março de 2011
Virgindade de Maria
Virgindade de Maria
Parentes eram chamados de irmãos?
Não raro leio o seguinte argumento: “Naquele tempo os parentes eram chamados de irmãos”. Com isso, alguns tentam justificar a virgindade de Maria e dar uma interpretação particular ao teor de Mateus 13.55-56:
“Não é ele o filho do carpinteiro? E não se chama a mãe dele Maria e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? E as suas irmãs não vivem todas entre nós? Mateus 13.55-56
É assim que está na BÍBLIA DE JERUSALÉM, Paulus Editora, 1973, 8a impressão em janeiro/2000, rubricada em 1.11.1980 por Paulo Evaristo Arns, Arcebispo Metropolitano de São Paulo. O trabalho de tradução foi “realizado por uma equipe de exegetas católicos e protestantes e por um grupo de revisores literários”.
Leiam o que está escrito nessa mesma bíblia aprovada pela Igreja Católica:
“Saúdam-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, primo de Barnabé...” (Colossenses 4.10a).
De igual modo está na Bíblia Sagrada, aprovada pela igreja romana, edição ecumênica, BARSA, 1977, tradução do Padre Antonio Pereira de Figueiredo, com notas do Mons.José Alberto L. de Castro Pinto, bispo auxiliar do Rio de Janeiro: “Marcos, primo de Barnabé...”.
As bíblias acima citadas, aprovadas pela Igreja Católica, também não aceitam a perpétua virgindade de Maria. Vejamos o que diz Mateus 1.25: “E [José] não a conheceu [Maria] até o dia em que ela deu á luz um filho, e ele o chamou com o nome de Jesus”. Comentário da Bíblia [católica] de Jerusalém:
“O texto não considera o período ulterior [depois do parto] e por si não afirma a virgindade perpétua de Maria [grifo meu], mas o resto do Evangelho, bem como a tradição da Igreja, a supõem”.
Em outras palavras, os exegetas católicos, que trabalharam na edição da referida Bíblia, reconheceram o óbvio, ou seja, que até o nascimento de Jesus, José e Maria não se “conheceram”. Todavia, dizem bem quando entendem que a Tradição “supõe”, isto é, o dogma da perpétua virgindade de Maria é uma suposição, não uma realidade bíblica.
Vejamos o comentário da Bíblia Sagrada, BARSA/1977, acima citada, também aprovada pela igreja de Roma, sobre o mesmo versículo:
“Enquanto (ou até que): esta palavra portuguesa traduz o latim donec e o grego heos ou, que por sua vez estão calcados sobre a expressão hebraica ad ki que se refere ao tempo anterior a esse limite sem nada dizer do tempo posterior, cf. Gn 8.7; Sl 109.1; Mt 12.20; 1 Tm 4.13. A tradução exata seria: “sem que ele a tivesse conhecido, deu à luz...”, pois a nossa expressão “sem que” tem o mesmo valor”;
A referida Bíblia Católica afirmou que o “ATÉ” não foi além do nascimento de Jesus, ou seja, enquanto grávida e até dar à luz não houve “conhecimento” mútuo do casal. A expressão “se refere ao tempo anterior a esse limite – até – sem nada dizer ao "tempo posterior”.
Então, para dar sustentação à virgindade perpétua de Maria, isto é, virgem antes e depois de dar à luz Jesus, faz-se necessário que apresentem argumentos mais consistentes. Primeiro, precisam desmentir os comentários acima, da própria Igreja Católica, inseridos em bíblias com sua chancela. Segundo, explicar a razão de constar dessas bíblias a palavra “primo”, em lugar de parentes, como sustentam.
O mais sensato, a meu ver, é admitir que não houve mandamento divino que impedisse o casal José e Maria de ter filhos; que santidade e maternidade não são excludentes; que, no casamento, procriar não é pecado; que após o nascimento de Jesus, o casal José e Maria foi abençoado com muitos filhos.
Parentes eram chamados de irmãos?
Não raro leio o seguinte argumento: “Naquele tempo os parentes eram chamados de irmãos”. Com isso, alguns tentam justificar a virgindade de Maria e dar uma interpretação particular ao teor de Mateus 13.55-56:
“Não é ele o filho do carpinteiro? E não se chama a mãe dele Maria e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? E as suas irmãs não vivem todas entre nós? Mateus 13.55-56
É assim que está na BÍBLIA DE JERUSALÉM, Paulus Editora, 1973, 8a impressão em janeiro/2000, rubricada em 1.11.1980 por Paulo Evaristo Arns, Arcebispo Metropolitano de São Paulo. O trabalho de tradução foi “realizado por uma equipe de exegetas católicos e protestantes e por um grupo de revisores literários”.
Leiam o que está escrito nessa mesma bíblia aprovada pela Igreja Católica:
“Saúdam-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, primo de Barnabé...” (Colossenses 4.10a).
De igual modo está na Bíblia Sagrada, aprovada pela igreja romana, edição ecumênica, BARSA, 1977, tradução do Padre Antonio Pereira de Figueiredo, com notas do Mons.José Alberto L. de Castro Pinto, bispo auxiliar do Rio de Janeiro: “Marcos, primo de Barnabé...”.
As bíblias acima citadas, aprovadas pela Igreja Católica, também não aceitam a perpétua virgindade de Maria. Vejamos o que diz Mateus 1.25: “E [José] não a conheceu [Maria] até o dia em que ela deu á luz um filho, e ele o chamou com o nome de Jesus”. Comentário da Bíblia [católica] de Jerusalém:
“O texto não considera o período ulterior [depois do parto] e por si não afirma a virgindade perpétua de Maria [grifo meu], mas o resto do Evangelho, bem como a tradição da Igreja, a supõem”.
Em outras palavras, os exegetas católicos, que trabalharam na edição da referida Bíblia, reconheceram o óbvio, ou seja, que até o nascimento de Jesus, José e Maria não se “conheceram”. Todavia, dizem bem quando entendem que a Tradição “supõe”, isto é, o dogma da perpétua virgindade de Maria é uma suposição, não uma realidade bíblica.
Vejamos o comentário da Bíblia Sagrada, BARSA/1977, acima citada, também aprovada pela igreja de Roma, sobre o mesmo versículo:
“Enquanto (ou até que): esta palavra portuguesa traduz o latim donec e o grego heos ou, que por sua vez estão calcados sobre a expressão hebraica ad ki que se refere ao tempo anterior a esse limite sem nada dizer do tempo posterior, cf. Gn 8.7; Sl 109.1; Mt 12.20; 1 Tm 4.13. A tradução exata seria: “sem que ele a tivesse conhecido, deu à luz...”, pois a nossa expressão “sem que” tem o mesmo valor”;
A referida Bíblia Católica afirmou que o “ATÉ” não foi além do nascimento de Jesus, ou seja, enquanto grávida e até dar à luz não houve “conhecimento” mútuo do casal. A expressão “se refere ao tempo anterior a esse limite – até – sem nada dizer ao "tempo posterior”.
Então, para dar sustentação à virgindade perpétua de Maria, isto é, virgem antes e depois de dar à luz Jesus, faz-se necessário que apresentem argumentos mais consistentes. Primeiro, precisam desmentir os comentários acima, da própria Igreja Católica, inseridos em bíblias com sua chancela. Segundo, explicar a razão de constar dessas bíblias a palavra “primo”, em lugar de parentes, como sustentam.
O mais sensato, a meu ver, é admitir que não houve mandamento divino que impedisse o casal José e Maria de ter filhos; que santidade e maternidade não são excludentes; que, no casamento, procriar não é pecado; que após o nascimento de Jesus, o casal José e Maria foi abençoado com muitos filhos.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Compreendendo a mordomia
Compreendendo a Mordomia
Se tudo o que somos e temos pertence a Deus, então devemos viver como bons mordomos, administrando bem o que é do Senhor. O Dicionário Aurélio define “mordomo” como sendo “o serviçal encarregado da administração duma casa”. É alguém que cuida do que não é seu. Jesus usou o conceito de mordomia, aplicando-o a nós:
“Disse o Senhor: Quem é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem o senhor confiará os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. Verdadeiramente vos digo que lhe confiará todos os seus bens. Mas se aquele servo disser consigo mesmo: Meu senhor tarda em vir, e passar a espancar os criados e as criadas, a comer, a beber, e a embriagar-se, virá o senhor daquele servo em dia que não o espera, e em hora que não sabe, e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os infiéis.” (Lucas 12.42-46)
PRATICANDO A BOA MORDOMIA
Embora nesta parábola Jesus estivesse se referindo principalmente a coisas espirituais, Ele não deixou de incluir o aspecto natural e financeiro, uma vez que os nossos bens também são d’Ele. Prestaremos contas do que fizermos com o que Ele nos deu. A nossa vida, família, casa, e bens são do Senhor, e devemos administrar tudo isto como algo que Ele nos confiou.
Uma parte do nosso dinheiro volta a Deus na forma de contribuições, mas o restante não deixa de pertencer d’Ele e deve ser usado da maneira correta, bem administrado. Este é um princípio que deve ser entendido e vivido, antes mesmo da contribuição, que é só um pequeno aspecto da mordomia. Ao lermos a Parábola dos Talentos (Mt 25.14-30), encontramos este conceito de mordomia, que se aplica a todas as áreas das nossas vidas, inclusive a financeira.
Honrar ao Senhor com os nossos bens inclui a boa mordomia. Deus nos confia o que é d’Ele e ainda nos dá a liberdade de usufruirmos o que nos foi confiado:
“E, chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas e disse-lhes: Negociai até que eu venha.” (Lucas 19.13)
No entanto, o fato de Ele nos deixar a escolha e a decisão do que faremos com o que Ele nos concede não significa que não haja uma forma correta de administrarmos o que é d’Ele.
O QUE DEUS ESPERA DE SEUS MORDOMOS?
O ensino de Jesus reflete princípios claros. Ele mostrou que Ele esperava a fidelidade da parte dos Seus mordomos:
“Quem é fiel no mínimo também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo também é injusto no muito.” (Lucas 16.10)
Observe que Jesus não Se refere apenas à honestidade, mas também à fidelidade. Isto significa que o bom mordomo não é só o que não rouba ou lesa o seu senhor, mas também o que se mantém no propósito que lhe foi confiado. É mais do que lealdade e confiança! É dedicação ao que foi combinado! Deus espera mais de nós do que simplesmente boa vontade e sinceridade! Ele espera que sigamos as instruções que Ele nos deu e o propósito revelado em Sua Palavra!
“Que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Além disso, requer-se nos despenseiros que cada um se ache fiel.” (1 Coríntios 4.2)
A única forma de sermos fiéis ao Senhor como mordomos é entendendo o que Ele espera de nós, e isto está registrado em Sua Palavra. A mordomia não envolve somente a administração correta dos nossos bens, mas também dos dons e ministérios que o Senhor confiou a cada um de nós:
“Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.” (1 Pedro 4.10)
Porém, a nossa relação com o nosso dinheiro e bens materiais é um excelente termômetro da atitude do nosso coração com relação à mordomia de forma geral.
A PRESTAÇÃO DE CONTAS
Cristo também nos ensinou que a mordomia é um cuidado temporário do que pertence a uma outra pessoa e que o verdadeiro dono exigirá uma prestação de contas da administração depois.
“E dizia também aos seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus bens. E ele, chamando-o, disse-lhe: Que é isso que ouço de ti? Presta contas da tua mordomia, porque já não poderás ser mais meu mordomo.” (Lucas 16.1,2)
Temos exemplos bíblicos de uma boa mordomia sendo louvada e também de uma má mordomia sendo punida. Ninguém pode fugir da prestação de contas. Vemos isto nos exemplos que Jesus deu na Parábola das Dez Minas e na Parábola dos Talentos:
“E aconteceu que, voltando ele, depois de ter tomado o reino, disse que lhe chamassem aqueles servos a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganhado, negociando.” (Lucas 19.15)
“E, muito tempo depois, veio o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.” (Mateus 25.19)
Esta é uma ênfase encontrada em toda a Bíblia. Na Carta aos Hebreus, fica evidente que a prestação de contas é para todos, e que nada passará despercebido aos olhos de Deus:
“E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas.” (Hebreus 4.13)
SEGUNDO A CAPACIDADE DE CADA UM
Alguns ficam com medo da prestação de contas, como se não fossem capazes de lidar com o que Deus lhes confiou, mas há um princípio inquestionável na mordomia instituída por Deus: Ele, em Sua sabedoria e justiça, nunca pedirá a ninguém para fazer alguma coisa que não consiga fazer.
Ele nunca trata conosco da mesma maneira com que Ele trata com outros, como que lidando por atacado. Ele conhece as nossas limitações e também a nossa capacidade. Ele sabe que não somos iguais uns aos outros e que uma soma de fatores coloca a cada um de nós em posições bem diferentes diante d’Ele.
“Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens, e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.” (Mateus 25.14,15)
O conselho divino dado a Faraó, por uma palavra de sabedoria pela boca de José, foi que era necessário alguém capaz, para assumir a mordomia da colheita dos sete anos de prosperidade que estavam por vir:
“Portanto, Faraó se proveja agora de um varão inteligente e sábio e o ponha sobre a terra do Egito.” (Gênesis 41.33)
De modo semelhante, Deus, que inspirou esta palavra dada por José, escolhe pessoas de capacidade para darem conta do que Ele lhes confiará. Primeiramente, Deus nos dá a capacidade, e depois Ele nos confia algo. Mesmo assim, Ele jamais nos deixa entregues à nossa própria capacidade, mas Ele mesmo Se incumbe de nos capacitar ainda mais para podermos fazer a Sua obra. Paulo falou disto, escrevendo aos irmãos da Igreja de Corinto:
“E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus, o qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata, e o Espírito vivifica.” (2 Coríntios 3.4-6)
Estas palavras não retratam alguém com uma consciência de capacidade própria, mas justamente o contrário! Precisamos entender que, no que diz respeito a nossos bens e recursos materiais, Deus também nos dará a capacitação para correspondermos ao Seu propósito. Mas isto não cairá do Céu, como uma fruta madura cai de uma árvore. É preciso buscarmos isto de Deus. Este é o conselho que recebemos de Tiago:
“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á dada.” (Tiago 1.5)
Assim como devemos buscar a sabedoria do alto mediante a oração e a fé, assim também devemos buscar o entendimento bíblico mediante o estudo e a meditação. Desta forma, alcançaremos uma boa mordomia!
Se tudo o que somos e temos pertence a Deus, então devemos viver como bons mordomos, administrando bem o que é do Senhor. O Dicionário Aurélio define “mordomo” como sendo “o serviçal encarregado da administração duma casa”. É alguém que cuida do que não é seu. Jesus usou o conceito de mordomia, aplicando-o a nós:
“Disse o Senhor: Quem é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem o senhor confiará os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. Verdadeiramente vos digo que lhe confiará todos os seus bens. Mas se aquele servo disser consigo mesmo: Meu senhor tarda em vir, e passar a espancar os criados e as criadas, a comer, a beber, e a embriagar-se, virá o senhor daquele servo em dia que não o espera, e em hora que não sabe, e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os infiéis.” (Lucas 12.42-46)
PRATICANDO A BOA MORDOMIA
Embora nesta parábola Jesus estivesse se referindo principalmente a coisas espirituais, Ele não deixou de incluir o aspecto natural e financeiro, uma vez que os nossos bens também são d’Ele. Prestaremos contas do que fizermos com o que Ele nos deu. A nossa vida, família, casa, e bens são do Senhor, e devemos administrar tudo isto como algo que Ele nos confiou.
Uma parte do nosso dinheiro volta a Deus na forma de contribuições, mas o restante não deixa de pertencer d’Ele e deve ser usado da maneira correta, bem administrado. Este é um princípio que deve ser entendido e vivido, antes mesmo da contribuição, que é só um pequeno aspecto da mordomia. Ao lermos a Parábola dos Talentos (Mt 25.14-30), encontramos este conceito de mordomia, que se aplica a todas as áreas das nossas vidas, inclusive a financeira.
Honrar ao Senhor com os nossos bens inclui a boa mordomia. Deus nos confia o que é d’Ele e ainda nos dá a liberdade de usufruirmos o que nos foi confiado:
“E, chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas e disse-lhes: Negociai até que eu venha.” (Lucas 19.13)
No entanto, o fato de Ele nos deixar a escolha e a decisão do que faremos com o que Ele nos concede não significa que não haja uma forma correta de administrarmos o que é d’Ele.
O QUE DEUS ESPERA DE SEUS MORDOMOS?
O ensino de Jesus reflete princípios claros. Ele mostrou que Ele esperava a fidelidade da parte dos Seus mordomos:
“Quem é fiel no mínimo também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo também é injusto no muito.” (Lucas 16.10)
Observe que Jesus não Se refere apenas à honestidade, mas também à fidelidade. Isto significa que o bom mordomo não é só o que não rouba ou lesa o seu senhor, mas também o que se mantém no propósito que lhe foi confiado. É mais do que lealdade e confiança! É dedicação ao que foi combinado! Deus espera mais de nós do que simplesmente boa vontade e sinceridade! Ele espera que sigamos as instruções que Ele nos deu e o propósito revelado em Sua Palavra!
“Que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Além disso, requer-se nos despenseiros que cada um se ache fiel.” (1 Coríntios 4.2)
A única forma de sermos fiéis ao Senhor como mordomos é entendendo o que Ele espera de nós, e isto está registrado em Sua Palavra. A mordomia não envolve somente a administração correta dos nossos bens, mas também dos dons e ministérios que o Senhor confiou a cada um de nós:
“Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.” (1 Pedro 4.10)
Porém, a nossa relação com o nosso dinheiro e bens materiais é um excelente termômetro da atitude do nosso coração com relação à mordomia de forma geral.
A PRESTAÇÃO DE CONTAS
Cristo também nos ensinou que a mordomia é um cuidado temporário do que pertence a uma outra pessoa e que o verdadeiro dono exigirá uma prestação de contas da administração depois.
“E dizia também aos seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus bens. E ele, chamando-o, disse-lhe: Que é isso que ouço de ti? Presta contas da tua mordomia, porque já não poderás ser mais meu mordomo.” (Lucas 16.1,2)
Temos exemplos bíblicos de uma boa mordomia sendo louvada e também de uma má mordomia sendo punida. Ninguém pode fugir da prestação de contas. Vemos isto nos exemplos que Jesus deu na Parábola das Dez Minas e na Parábola dos Talentos:
“E aconteceu que, voltando ele, depois de ter tomado o reino, disse que lhe chamassem aqueles servos a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganhado, negociando.” (Lucas 19.15)
“E, muito tempo depois, veio o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.” (Mateus 25.19)
Esta é uma ênfase encontrada em toda a Bíblia. Na Carta aos Hebreus, fica evidente que a prestação de contas é para todos, e que nada passará despercebido aos olhos de Deus:
“E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas.” (Hebreus 4.13)
SEGUNDO A CAPACIDADE DE CADA UM
Alguns ficam com medo da prestação de contas, como se não fossem capazes de lidar com o que Deus lhes confiou, mas há um princípio inquestionável na mordomia instituída por Deus: Ele, em Sua sabedoria e justiça, nunca pedirá a ninguém para fazer alguma coisa que não consiga fazer.
Ele nunca trata conosco da mesma maneira com que Ele trata com outros, como que lidando por atacado. Ele conhece as nossas limitações e também a nossa capacidade. Ele sabe que não somos iguais uns aos outros e que uma soma de fatores coloca a cada um de nós em posições bem diferentes diante d’Ele.
“Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens, e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.” (Mateus 25.14,15)
O conselho divino dado a Faraó, por uma palavra de sabedoria pela boca de José, foi que era necessário alguém capaz, para assumir a mordomia da colheita dos sete anos de prosperidade que estavam por vir:
“Portanto, Faraó se proveja agora de um varão inteligente e sábio e o ponha sobre a terra do Egito.” (Gênesis 41.33)
De modo semelhante, Deus, que inspirou esta palavra dada por José, escolhe pessoas de capacidade para darem conta do que Ele lhes confiará. Primeiramente, Deus nos dá a capacidade, e depois Ele nos confia algo. Mesmo assim, Ele jamais nos deixa entregues à nossa própria capacidade, mas Ele mesmo Se incumbe de nos capacitar ainda mais para podermos fazer a Sua obra. Paulo falou disto, escrevendo aos irmãos da Igreja de Corinto:
“E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus, o qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata, e o Espírito vivifica.” (2 Coríntios 3.4-6)
Estas palavras não retratam alguém com uma consciência de capacidade própria, mas justamente o contrário! Precisamos entender que, no que diz respeito a nossos bens e recursos materiais, Deus também nos dará a capacitação para correspondermos ao Seu propósito. Mas isto não cairá do Céu, como uma fruta madura cai de uma árvore. É preciso buscarmos isto de Deus. Este é o conselho que recebemos de Tiago:
“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á dada.” (Tiago 1.5)
Assim como devemos buscar a sabedoria do alto mediante a oração e a fé, assim também devemos buscar o entendimento bíblico mediante o estudo e a meditação. Desta forma, alcançaremos uma boa mordomia!
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Motivação o verdadeiro sucesso
Identificando e Derrotando o Inimigo Invisível - Distração
Lucas 2.41-49
Este texto tem algo especial. Inicialmente parece que é um problema familiar em escala menor. Mas também alguém poderia distorcer o texto, afirmando que Jesus era um filho desobediente, pois quando os pais encontram Jesus lhe diz: “Filho, por que fizeste assim conosco? Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura.” Mas qual pai que não reagiria assim? Os pais deveriam estar desesperadamente preocupados. Mas Jesus respondeu as seus pais de forma dura: “Por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?” Por que Jesus respondeu desta forma?
A primeira viagem que Jesus fez, foi ainda no ventre da mãe, de Nazaré a Belém. Ela foi marcada por muito cuidado e apreensão com a gestante. E foi dificultada por não encontrar nenhuma estalagem para ela dar a luz. Foi uma viagem demorada, pois Maria grávida, José viajou lentamente tendo toda a atenção voltada para Maria.
A segunda viagem que Jesus fez, foi quando era recém-nascido. Estava fugindo de Belém para o Egito, pois Herodes deu ordem de matar todos os meninos recém-nascidos. Esta viagem também estavam tensos. Maria tinha que amamentar, proteger a criança do sol, dos ventos, da areia e etc. Tinham que buscar abrigos no meio da viagem. Era uma viagem difícil, que deveriam recobrar a atenção.
Mas a terceira viagem só foi festa. Era uma viagem de Nazaré a Jerusalém. E enquanto as duas primeiras exigia atenção redobrada e havia muita apreensão e medo, esta só era festa por algumas razões:
• Não era uma viagem obrigatória para o recenseamento
• não era uma viagem onde Maria estava gestante
• Não precisava mais improvisar um parto numa estrebaria
• Não precisava mais temer os soldados romanos, que procuravam matar crianças.
O clima que antecedia esta viagem também era de alegria. Em Lucas 2.40 diz:
“Crescia o menino e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.” Lucas 2.4
Havia um crescimento equilibrado.
Nesta última viagem o menino já tinha doze anos. Era só celebração. José era um judeu devoto, um cumpridor da Lei, pois em Dt 16.16 diz:
“três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o Senhor, teu Deus, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos; porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR;” Dt 16.16
Havia três convocações no ano. E uma delas era a Páscoa que durava uma semana. Lá estava uma família alegre. Mas Jesus se perdeu dos pais. E o versículo 44 nos narra da seguinte forma:
“Pensando, porém, estar ele entre os companheiros de viagem, foram caminho de um dia e, então, passaram a procura-lo entre os parentes e os conhecidos;” Dt 16.44
E nesta viagem, diferente das outras duas, um perigo rondava aquela família. Não era visível, não era ameaçador, não era verbal. Mas era real e letal. Hoje ainda ele aparece muito mais sofisticado: internet, Televisão, revistas, telefones e etc. É a distração.
Há momentos que são sutis e que podem nos distrair de um determinado foco. Devemos identificar e destruir este inimigo invisível, que é a distração. José e Maria se distraíram com o bate-papo no retorno. Conversavam alegremente com os amigos. Já não era mais uma viagem como as anteriores. Mas eles foram além da conta. A distração tomou conta deles, e por isso não perceberam que Jesus não estava com eles. Eles andaram um dia inteiro para darem falta de Jesus.
É possível perder Jesus, estando bem perto dele. Mesmo convivendo com Ele. Na nossa distração, perdemos contato com o Senhor e a comunhão com Deus. O que tem me distraído? A distração nos enreda de uma forma tão sutil, que não percebemos e quando nos damos conta, perdemos Jesus de vista.
O texto não diz que o grupo que papeava com eles, voltou para Jerusalém, para ajudar a encontrar Jesus. Quem está roubando seu tempo, vai te deixar numa furada. A Bíblia está cheia de exemplos de pessoas que se distraíram. Acã se distraiu com uma capa babilônica, Geazi com os presentes do General Naamã, Êutico se deixou levar pelo sono, enquanto Paulo pregava.
Quanto tempo você está perdendo na televisão? O que está te distraindo? Existem conversas que é para te seqüestrar da presença de Deus. Existem pessoas que foram vencidas pela distração. Muita gente está aceitando a distração sem perceber.
Lucas 2.41-49
Este texto tem algo especial. Inicialmente parece que é um problema familiar em escala menor. Mas também alguém poderia distorcer o texto, afirmando que Jesus era um filho desobediente, pois quando os pais encontram Jesus lhe diz: “Filho, por que fizeste assim conosco? Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura.” Mas qual pai que não reagiria assim? Os pais deveriam estar desesperadamente preocupados. Mas Jesus respondeu as seus pais de forma dura: “Por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?” Por que Jesus respondeu desta forma?
A primeira viagem que Jesus fez, foi ainda no ventre da mãe, de Nazaré a Belém. Ela foi marcada por muito cuidado e apreensão com a gestante. E foi dificultada por não encontrar nenhuma estalagem para ela dar a luz. Foi uma viagem demorada, pois Maria grávida, José viajou lentamente tendo toda a atenção voltada para Maria.
A segunda viagem que Jesus fez, foi quando era recém-nascido. Estava fugindo de Belém para o Egito, pois Herodes deu ordem de matar todos os meninos recém-nascidos. Esta viagem também estavam tensos. Maria tinha que amamentar, proteger a criança do sol, dos ventos, da areia e etc. Tinham que buscar abrigos no meio da viagem. Era uma viagem difícil, que deveriam recobrar a atenção.
Mas a terceira viagem só foi festa. Era uma viagem de Nazaré a Jerusalém. E enquanto as duas primeiras exigia atenção redobrada e havia muita apreensão e medo, esta só era festa por algumas razões:
• Não era uma viagem obrigatória para o recenseamento
• não era uma viagem onde Maria estava gestante
• Não precisava mais improvisar um parto numa estrebaria
• Não precisava mais temer os soldados romanos, que procuravam matar crianças.
O clima que antecedia esta viagem também era de alegria. Em Lucas 2.40 diz:
“Crescia o menino e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.” Lucas 2.4
Havia um crescimento equilibrado.
Nesta última viagem o menino já tinha doze anos. Era só celebração. José era um judeu devoto, um cumpridor da Lei, pois em Dt 16.16 diz:
“três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o Senhor, teu Deus, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos; porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR;” Dt 16.16
Havia três convocações no ano. E uma delas era a Páscoa que durava uma semana. Lá estava uma família alegre. Mas Jesus se perdeu dos pais. E o versículo 44 nos narra da seguinte forma:
“Pensando, porém, estar ele entre os companheiros de viagem, foram caminho de um dia e, então, passaram a procura-lo entre os parentes e os conhecidos;” Dt 16.44
E nesta viagem, diferente das outras duas, um perigo rondava aquela família. Não era visível, não era ameaçador, não era verbal. Mas era real e letal. Hoje ainda ele aparece muito mais sofisticado: internet, Televisão, revistas, telefones e etc. É a distração.
Há momentos que são sutis e que podem nos distrair de um determinado foco. Devemos identificar e destruir este inimigo invisível, que é a distração. José e Maria se distraíram com o bate-papo no retorno. Conversavam alegremente com os amigos. Já não era mais uma viagem como as anteriores. Mas eles foram além da conta. A distração tomou conta deles, e por isso não perceberam que Jesus não estava com eles. Eles andaram um dia inteiro para darem falta de Jesus.
É possível perder Jesus, estando bem perto dele. Mesmo convivendo com Ele. Na nossa distração, perdemos contato com o Senhor e a comunhão com Deus. O que tem me distraído? A distração nos enreda de uma forma tão sutil, que não percebemos e quando nos damos conta, perdemos Jesus de vista.
O texto não diz que o grupo que papeava com eles, voltou para Jerusalém, para ajudar a encontrar Jesus. Quem está roubando seu tempo, vai te deixar numa furada. A Bíblia está cheia de exemplos de pessoas que se distraíram. Acã se distraiu com uma capa babilônica, Geazi com os presentes do General Naamã, Êutico se deixou levar pelo sono, enquanto Paulo pregava.
Quanto tempo você está perdendo na televisão? O que está te distraindo? Existem conversas que é para te seqüestrar da presença de Deus. Existem pessoas que foram vencidas pela distração. Muita gente está aceitando a distração sem perceber.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
A Biblía
A Bíblia é o Livro dos livros, é o livro mais lido e mais vendido do mundo e a diferença dela entre os demais livros é: é o único livro e o autor é Deus, real interprete é o Espírito Santo, e sua mensagem é o próprio Jesus Cristo. Sendo Ele o tema central. A Bíblia contém a mente de Deus. O estado do homem à ruína dos impertinentes e a eterna felicidade dos crentes em Cristo. Sua doutrina é santa seus preceitos obrigatórios. Suas histórias verdadeiras e suas decisões imutáveis. Leia a Bíblia para ser sábio. Creia nela para estar seguro, e pratique ela para ser santo. Ela contém a luz para dirigi-lo. Alimento para sustenta-lo e armadura para defendê-lo.O autor de um livro é a melhor pessoa que pode explica-lo. E a Bíblia é o único livro que o autor esta presente quando lido. É o livro mais fácil e ao mesmo tempo mais difícil, simples ao mesmo tempo complexo. Não basta apenas ler suas palavras e analizar suas declarações é preciso conhecer e amar o autor da Bíblia. Conhecendo o autor será mais fácil conhecer a Bíblia. Ela possui 66 livros, 1189 capítulos, 31173 versículos, 773.692 palavras e 3.566.480 letras conforme a tradução.O nome sagrado de Deus aparece 6.855 vezes na Bíblia. É o livro mais lido e vendido do mundo 90% da população mundial tem condições de ler a Bíblia, ela foi traduzida para mais de dois mil idiomas.
A Bíblia* O livro maior é o dos Salmos, com 150 capítulos.
* O livro menor é II João.
*O capítulo maior é Salmos 119.
*O capítulo menor é salmos 117.
*O capítulo 37 de Isaías e o 19 de II Reis são iguais.
*Foram usados três idiomas em sua confecção: Hebraico, grego e aramaico.
* Foi escrita em aproximadamente 1600 anos, por uns 40 autores e contém 66 livros.
* A Palavra SENHOR é encontrada na Bíblia 1853 vezes e REVERENDO 1 vez no Salmo 111:9.* O verso maior é Ester 8:9.* O verso menor é Êxodo 20:13.
* O verso central é Salmos 118:8.
* Texto áureo da Bíblia: João 3:16A tradução grega da palavra Bíblia (biblia (pl.)) significa livros. Seu tempo de composição durou aproximadamente 1600 anos, com um total de 40 autores aproximadamente. Possui 66 livros, divididos em Velho Testamento com 39 livros e Novo Testamento com 27 livros, assim classificados: Históricos - Gênesis, Êxodo, Levíticos, Números. Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, I e II Samuel, I e II Reis, I e II Crônicas, Esdras, Neemias e Ester. Poéticos - Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos. Proféticos - (Maiores) Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel, (Menores) Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. Evangelhos - Mateus, Marcos, Lucas e João. Históricos - Atos. Cartas de Paulo - Romanos, I e II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I e II Tessalonicenses, I e II Timóteo, Tito e Filemon. Cartas Gerais - Hebreus, Tiago, I e II Pedro, I, II e III João e Judas. Profético - Apocalipse.As divisões da Bíblia facilitam sua memorização. Não se deve pensar que somente os proféticos é que têm profecia, ou só os poéticos só têm poesia, ou os doutrinários (Epístolas) só doutrinas; da mesma forma os históricos não são apenas para relatar fatos, assim como não há muitos fatos históricos. Cada livro da Bíblia deve ser estudado convenientemente para que o seu ensino seja apreendido. Sem dúvida alguma a Bíblia é uma biblioteca extraordinária!
A Bíblia* O livro maior é o dos Salmos, com 150 capítulos.
* O livro menor é II João.
* O capítulo maior é Salmos 119.
* O capítulo menor é salmos 117.
* O capítulo 37 de Isaías e o 19 de II Reis são iguais.
* Foram usados três idiomas em sua confecção: Hebraico, grego e aramaico.
* Foi escrita em aproximadamente 1600 anos, por uns 40 autores e contém 66 livros.
* A Palavra SENHOR é encontrada na Bíblia 1853 vezes e REVERENDO 1 vez no Salmo 111:9.* O verso maior é Ester 8:9.* O verso menor é Êxodo 20:13.
* O verso central é Salmos 118:8.* Texto áureo da Bíblia: João 3:16A tradução grega da palavra Bíblia (biblia (pl.)) significa livros. Seu tempo de composição durou aproximadamente 1600 anos, com um total de 40 autores aproximadamente. Possui 66 livros, divididos em Velho Testamento com 39 livros e Novo Testamento com 27 livros, assim classificados: Históricos - Gênesis, Êxodo, Levíticos, Números. Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, I e II Samuel, I e II Reis, I e II Crônicas, Esdras, Neemias e Ester. Poéticos - Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos. Proféticos - (Maiores) Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel, (Menores) Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. Evangelhos - Mateus, Marcos, Lucas e João. Históricos - Atos. Cartas de Paulo - Romanos, I e II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I e II Tessalonicenses, I e II Timóteo, Tito e Filemon. Cartas Gerais - Hebreus, Tiago, I e II Pedro, I, II e III João e Judas. Profético - Apocalipse.As divisões da Bíblia facilitam sua memorização. Não se deve pensar que somente os proféticos é que têm profecia, ou só os poéticos só têm poesia, ou os doutrinários (Epístolas) só doutrinas; da mesma forma os históricos não são apenas para relatar fatos, assim como não há muitos fatos históricos. Cada livro da Bíblia deve ser estudado convenientemente para que o seu ensino seja apreendido. Sem dúvida alguma a Bíblia é uma biblioteca extraordinária!
A Bíblia* O livro maior é o dos Salmos, com 150 capítulos.
* O livro menor é II João.
*O capítulo maior é Salmos 119.
*O capítulo menor é salmos 117.
*O capítulo 37 de Isaías e o 19 de II Reis são iguais.
*Foram usados três idiomas em sua confecção: Hebraico, grego e aramaico.
* Foi escrita em aproximadamente 1600 anos, por uns 40 autores e contém 66 livros.
* A Palavra SENHOR é encontrada na Bíblia 1853 vezes e REVERENDO 1 vez no Salmo 111:9.* O verso maior é Ester 8:9.* O verso menor é Êxodo 20:13.
* O verso central é Salmos 118:8.
* Texto áureo da Bíblia: João 3:16A tradução grega da palavra Bíblia (biblia (pl.)) significa livros. Seu tempo de composição durou aproximadamente 1600 anos, com um total de 40 autores aproximadamente. Possui 66 livros, divididos em Velho Testamento com 39 livros e Novo Testamento com 27 livros, assim classificados: Históricos - Gênesis, Êxodo, Levíticos, Números. Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, I e II Samuel, I e II Reis, I e II Crônicas, Esdras, Neemias e Ester. Poéticos - Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos. Proféticos - (Maiores) Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel, (Menores) Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. Evangelhos - Mateus, Marcos, Lucas e João. Históricos - Atos. Cartas de Paulo - Romanos, I e II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I e II Tessalonicenses, I e II Timóteo, Tito e Filemon. Cartas Gerais - Hebreus, Tiago, I e II Pedro, I, II e III João e Judas. Profético - Apocalipse.As divisões da Bíblia facilitam sua memorização. Não se deve pensar que somente os proféticos é que têm profecia, ou só os poéticos só têm poesia, ou os doutrinários (Epístolas) só doutrinas; da mesma forma os históricos não são apenas para relatar fatos, assim como não há muitos fatos históricos. Cada livro da Bíblia deve ser estudado convenientemente para que o seu ensino seja apreendido. Sem dúvida alguma a Bíblia é uma biblioteca extraordinária!
A Bíblia* O livro maior é o dos Salmos, com 150 capítulos.
* O livro menor é II João.
* O capítulo maior é Salmos 119.
* O capítulo menor é salmos 117.
* O capítulo 37 de Isaías e o 19 de II Reis são iguais.
* Foram usados três idiomas em sua confecção: Hebraico, grego e aramaico.
* Foi escrita em aproximadamente 1600 anos, por uns 40 autores e contém 66 livros.
* A Palavra SENHOR é encontrada na Bíblia 1853 vezes e REVERENDO 1 vez no Salmo 111:9.* O verso maior é Ester 8:9.* O verso menor é Êxodo 20:13.
* O verso central é Salmos 118:8.* Texto áureo da Bíblia: João 3:16A tradução grega da palavra Bíblia (biblia (pl.)) significa livros. Seu tempo de composição durou aproximadamente 1600 anos, com um total de 40 autores aproximadamente. Possui 66 livros, divididos em Velho Testamento com 39 livros e Novo Testamento com 27 livros, assim classificados: Históricos - Gênesis, Êxodo, Levíticos, Números. Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, I e II Samuel, I e II Reis, I e II Crônicas, Esdras, Neemias e Ester. Poéticos - Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos. Proféticos - (Maiores) Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel, (Menores) Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. Evangelhos - Mateus, Marcos, Lucas e João. Históricos - Atos. Cartas de Paulo - Romanos, I e II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I e II Tessalonicenses, I e II Timóteo, Tito e Filemon. Cartas Gerais - Hebreus, Tiago, I e II Pedro, I, II e III João e Judas. Profético - Apocalipse.As divisões da Bíblia facilitam sua memorização. Não se deve pensar que somente os proféticos é que têm profecia, ou só os poéticos só têm poesia, ou os doutrinários (Epístolas) só doutrinas; da mesma forma os históricos não são apenas para relatar fatos, assim como não há muitos fatos históricos. Cada livro da Bíblia deve ser estudado convenientemente para que o seu ensino seja apreendido. Sem dúvida alguma a Bíblia é uma biblioteca extraordinária!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Ajustando o foco.
Ajustando o Foco
Marcos 9.16–24
Este texto narra com detalhe este milagre. E o problema no texto era o menino. Os sintomas e o diagnóstico apontavam para o menino. Jesus estava descendo do monte com três discípulos e deve ter percebido aquele ajuntamento tumultuado de pessoas. Ao procurar saber do que tratava, o pai do menino logo diz:
“Mestre, trouxe-te o meu filho, possesso de um espírito mudo; e este, onde quer que o apanha, lança-o por terra, e ele espuma, rilha os dentes e vai definhando. Roguei a teus discípulos que o expelissem, e eles não puderam.”
Jesus lhes respondeu: “Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-mo.”
Os discípulos já tinham recebido uma outorga para expulsarem demônios, inclusive já tinham passado por esta experiência. E Jesus vira para o pai e lhe pergunta sobre quanto tempo o menino agia desta forma, e o pai responde que foi desde a infância. Mas o pai disse mais:
“e muitas vezes o tem lançado no fogo e na água, para o matar; mas, se tu podes alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos.”
Jesus se indignou com esta fala do pai quando diz: “se tu podes alguma coisa,...” a resposta de Jesus demonstrou para o pai, que o problema em si não era o filho, mas a incredulidade deste pai. Jesus, entrelinhas, estava dizendo que já por muito tempo, o filho poderia estar curado. Jesus tirou o foco que estava na direção errada. O problema não era o menino, era o pai incrédulo.
Quantas vezes pessoas passam anos e anos gastando tempo e energia sobre aquilo que acham que é o problema. O milagre do filho poderia ter acontecido lá no início, se o pai tivesse fé. Existem pessoas que sabe detalhar o problema e até divide a culpa com alguém: “ah, eu seria uma melhor pessoa, se a minha igreja fosse diferente.... ah, seria melhor pai, se a minha esposa agisse como quero.... ah, não cresço nesta firma, porque o problema é o patrão...” Mas o problema em si pode ser você! Você que chega atrasado todos os dias. E se sente perseguido no trabalho. Você que não cria mais nenhum romance com a esposa, e acha que ela mudou as atitudes....
Nós precisamos ajustar o nosso foco. É fácil colocar a culpa no próximo.
Será que não estou deixando o problema ficar crônico, por não enxergar qual o foco devo ter?
Será que o meu esforço espiritual não está errado? Será que não estou orando demais por situações ou pessoas, em que a mudança não está nela, mas em mim?
O versículo 24 diz:
“E imediatamente o pai do menino exclamou (com lágrimas): eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!” Marcos 9.24
Que Deus venha ministrar sobre a sua vida, mas que você faça como este pai: imediatamente responda ao que Deus lhe falou, e mude seu foco!
Marcos 9.16–24
Este texto narra com detalhe este milagre. E o problema no texto era o menino. Os sintomas e o diagnóstico apontavam para o menino. Jesus estava descendo do monte com três discípulos e deve ter percebido aquele ajuntamento tumultuado de pessoas. Ao procurar saber do que tratava, o pai do menino logo diz:
“Mestre, trouxe-te o meu filho, possesso de um espírito mudo; e este, onde quer que o apanha, lança-o por terra, e ele espuma, rilha os dentes e vai definhando. Roguei a teus discípulos que o expelissem, e eles não puderam.”
Jesus lhes respondeu: “Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-mo.”
Os discípulos já tinham recebido uma outorga para expulsarem demônios, inclusive já tinham passado por esta experiência. E Jesus vira para o pai e lhe pergunta sobre quanto tempo o menino agia desta forma, e o pai responde que foi desde a infância. Mas o pai disse mais:
“e muitas vezes o tem lançado no fogo e na água, para o matar; mas, se tu podes alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos.”
Jesus se indignou com esta fala do pai quando diz: “se tu podes alguma coisa,...” a resposta de Jesus demonstrou para o pai, que o problema em si não era o filho, mas a incredulidade deste pai. Jesus, entrelinhas, estava dizendo que já por muito tempo, o filho poderia estar curado. Jesus tirou o foco que estava na direção errada. O problema não era o menino, era o pai incrédulo.
Quantas vezes pessoas passam anos e anos gastando tempo e energia sobre aquilo que acham que é o problema. O milagre do filho poderia ter acontecido lá no início, se o pai tivesse fé. Existem pessoas que sabe detalhar o problema e até divide a culpa com alguém: “ah, eu seria uma melhor pessoa, se a minha igreja fosse diferente.... ah, seria melhor pai, se a minha esposa agisse como quero.... ah, não cresço nesta firma, porque o problema é o patrão...” Mas o problema em si pode ser você! Você que chega atrasado todos os dias. E se sente perseguido no trabalho. Você que não cria mais nenhum romance com a esposa, e acha que ela mudou as atitudes....
Nós precisamos ajustar o nosso foco. É fácil colocar a culpa no próximo.
Será que não estou deixando o problema ficar crônico, por não enxergar qual o foco devo ter?
Será que o meu esforço espiritual não está errado? Será que não estou orando demais por situações ou pessoas, em que a mudança não está nela, mas em mim?
O versículo 24 diz:
“E imediatamente o pai do menino exclamou (com lágrimas): eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!” Marcos 9.24
Que Deus venha ministrar sobre a sua vida, mas que você faça como este pai: imediatamente responda ao que Deus lhe falou, e mude seu foco!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Dinheiro no saco furado

O Saco Furado
Uma das mais profundas razões da falta de prosperidade financeira é abordada na Bíblia como tendo sua raiz no egoísmo e na falta de sensibilidade para com aquilo que deve ser feito em prol da Casa e do Reino de Deus.
Nos dias de Ageu
Vemos nos dias do profeta Ageu que o povo que voltara do cativeiro babilônico se encontrava sem disposição alguma de reedificar o templo do Senhor. Davam desculpas a respeito de sua responsabilidade, mas ao mesmo tempo edificavam suas próprias casa para seu próprio conforto. E Deus protestou contra isto:
“Assim fala o Senhor dos Exércitos: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a Casa do Senhor deve ser edificada. Veio, pois, a palavra do Senhor, por intermédio do profeta Ageu, dizendo: Acaso, é tempo de habitardes vós em casas apaineladas, enquanto esta casa permanece em ruínas?” - Ageu 1:2-4
Muita gente passa toda a sua vida pensando unicamente em si mesmo, sem se dispor a fazer nada para Deus. Trabalham somente pelo seu conforto e fazem tudo para estarem em tranqüilidade, mas não conseguem se dispor para servir a Deus. Muitas vezes não entendemos que enquanto estamos correndo atrás de nossas próprias coisas, o Senhor está esperando algo diferente de nós. Foi o que Deus disse ao seu povo por meio do profeta Ageu:
“Subi ao monte, trazei madeira e edificai a casa; dela me agradarei e serei glorificado, diz o Senhor”. - Ageu 1:8
Mas Deus protesta contra a atitude do povo e demonstra esperar que eles se envolvessem na sua obra. E revela também que a razão de não estarem prosperando (pelo contrário, acabam vendo seus bens e provisão misteriosamente desaparecer) era o fato de não se importarem com a sua Casa.
“Tendes semeado muito e recolhido pouco; comeis, mas não chega para fartar-vos; bebeis, mas não dá para saciar-vos; vestis-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o para pô-lo num saquitel furado”. - Ageu 1:6
Muito esforço e pouco resultado. Falta de realização na dimensão de conquistas alcançadas. Insuficiência. Tudo isto é visto na vida do povo hebreu dos dias do pós-exílio babilônico. E a mais contundente afirmação de perdas materiais e financeiras inexplicadas: o saquitel furado. Mesmo aquilo que tenta se guardar ou economizar some como se depositado num saco furado. Vaza como areia seca por entre os dedos.
Estes não são apenas sintomas de um momento de crise econômica, e sim de ausência da bênção do Senhor. Precisamos aprender a edificar com a bênção de Deus. Fazer algo sozinho ou debaixo da graça do Pai Celeste têm muita diferença:
“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois aos seus amados ele o dá enquanto dormem”. - Salmo 127:1,2
Embora o trabalho seja um meio de provisão, o qual Deus usa para prover seus filhos, fica clara a diferença entre quem alcança algo sozinho e quem o faz com a bênção do alto. Deus nunca quis que o homem tivesse a presunção de alcançar a prosperidade sozinho. Esforço e trabalho produzem resultados, mas isto só ainda não nos leva ao melhor de Deus. E quando quebramos princípios (como o povo de Deus fez nos dias de Ageu) além de não entrar na bênção, ainda produzimos o efeito inverso: atraímos maldição!
A prosperidade não é fruto só do esforço
Já desde a lei mosaica o Senhor prevenia seu povo a não ter a presunção de achar que alcançaria a prosperidade por si só:
“Guarda-te não te esqueças do Senhor, teu Deus, não cumprindo os seus mandamentos, os seus juízos e os seus estatutos, que hoje te ordeno; para não suceder que, depois de teres comido e estiveres farto, depois de haveres edificado boas casas e morado nelas; depois de se multiplicarem os teus gados e os teus rebanhos, e se aumentar a tua prata e o teu ouro, e ser abundante tudo quanto tens, se eleve o teu coração, e te esqueças do Senhor, teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão... Não digas, pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas. Antes, te lembrarás do Senhor, teu Deus, porque é ele o que te dá força para adquirires riquezas; para confirmar a sua aliança, que, sob juramento, prometeu a teus pais, como hoje se vê”. - Deuteronômio 8:11-14, 17 e 18
Ninguém deveria achar que prosperou sozinho a ponto de se esquecer de Deus. Cada pessoa deveria reconhecer a bênção do céu sobre si e ser grato por isto. No caso de esquecerem do Senhor, Ele usaria uma forma especial de chamar a atenção de seu povo: eles perderiam esta sua bênção.
O Senhor sempre corrige seu povo; não porque queira nos prejudicar, mas justamente porque nos ama e deseja o nosso melhor. Foi o que Ele fez nos dias do profeta Ageu; isto fica bem claro em suas palavras ao povo:
“Agora, pois, considerai tudo o que está acontecendo desde aquele dia. Antes de pordes pedra sobre pedra no templo do Senhor, antes daquele tempo, alguém vinha a um monte de vinte medidas, e havia somente dez; vinha ao lagar para tirar cinqüenta, e havia somente vinte. Eu vos feri com queimaduras, e com ferrugem, e com saraiva, em toda a obra das vossas mãos; e não houve, entre vós, quem voltasse para mim, diz o Senhor. Considerai, eu vos rogo, desde este dia em diante, desde o vigésimo quarto dia do mês nono, desde o dia em que se fundou o templo do Senhor, considerai nestas coisas. Já não há semente no celeiro. Além disso, a videira, a figueira, a romeira e a oliveira não têm dado os seus frutos; mas, desde este dia, vos abençoarei”. - Ageu 2:15-19
Vemos que a insuficiência se estabeleceu como uma maldição na vida do povo de Israel naqueles dias. O estoque de grãos se dissipava antes de ser consumido. Toda sorte de empecilhos à prosperidade se instalou impedindo a bênção financeira.
Todo esforço no trabalho era recompensado com perdas, mas assim que o povo decidiu retomar a edificação da casa de Deus, a frutificação começou a acontecer de fato! O Senhor disse que os abençoaria a partir daquele dia em que voltaram a investir seu tempo, trabalho e recursos no Reino de Deus.
O problema de Israel era um só: o egoísmo e a indiferença para com Deus. E este não é apenas um problema do passado. Há muitos cristãos hoje que estão presos em seu egoísmo e não conseguem pensar em outra coisa além de si mesmos. Quando nos recusamos a investir na casa de Deus é porque queremos usar aqueles recursos para nós mesmos. E Deus não pode abençoar esta atitude!
O Reino de Deus em primeiro
Este princípio da bênção ligada a atitude que temos para com as coisas de Deus não é uma injustiça cometida contra nós. Alguns acham que Deus (e/ou seus pregadores) nos ameaçam com problemas financeiros para nos coagir a dar. Mas ao instituir este princípio, o Senhor o fez para o nosso próprio bem. Quando damos a Deus, estamos quebrando a cadeia do egoísmo e nos colocando em um lugar onde Deus pode nos abençoar.
Jesus nos ensinou a não nos preocupar com o que havemos de comer, beber ou vestir (Mt.6:25). Não porque estas coisas não sejam importantes, mas por que a forma de obtê-las não é mediante esforço ou ansiedade, e sim por colocar os devidos princípios espirituais para operar em nosso favor. E isto inclui uma mudança de prioridades e valores em nossa vida:
“Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”. - Mateus 6:33
Quando colocamos o Reino de Deus em primeiro lugar e nos importamos com as coisas d´Ele, o veremos se importando com aquilo que nos diz respeito. Isto nos leva de volta à duas das grandes leis que temos abordado neste livro: Dar e Receber e Semeadura e Ceifa.
Os abalos de Deus
Você já ouviu falar dos abalos de Deus? Eles são o modo como Deus faz com que nossas vidas sejam chacoalhadas para que as coisas abaláveis sejam removidas e as inabaláveis permaneçam. (Extraí parte do ensino a seguir de meu livro “O Agir Invisível de Deus”, onde abordo o assunto de forma mais detalhada que aqui).O autor da Epístola aos Hebreus foi divinamente inspirado para falar disto:
“Tende cuidado, não recuseis ao que fala. Pois, se não escaparam aqueles que recusaram ouvir quem divinamente os advertia sobre a terra, muito menos nós, os que nos desviamos daquele que dos céus nos adverte, aquele, cuja voz abalou, então, a terra; agora, porém, ele promete, dizendo: Ainda uma vez por todas farei abalar não só a terra, mas também o céu. Ora, esta palavra: Ainda uma vez por todas, significa a remoção dessas cousas abaladas, como tinham sido feitas, para que as cousas que não são abaladas permaneçam. Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque nosso Deus é um fogo consumidor”. - Hebreus 12:25-29
Vemos que a rebeldia daqueles que não dão ouvidos à voz divina será repreendida com abalos. Note que não estamos falando sobre Deus recompensar a fidelidade com abalos, mas sim daqueles que rejeitam a voz de Deus, ou seja, sua Palavra. Disto falou o salmista:
“Deus... tira os cativos para a prosperidade; só os rebeldes habitam em terra estéril”. - Salmo 68:6b
O tratamento e correção de Deus nas nossas vidas vêm naquelas áreas onde ainda não estamos correspondendo com o que Ele diz em sua Palavra. O Senhor fala claramente sobre trazer seus abalos. O texto fala de abalos sísmicos, tremores de terra produzidos por terremotos. E simbolicamente mostrou que as perdas não são oriundas apenas de um saquitel furado, mas de abalos que Deus traz sobre seu povo.
Ageu foi a primeira voz profética que se levantou entre os israelitas depois do exílio na Babilônia. A reconstrução do templo fora interrompida, e estava parada por cerca de quinze anos; o povo não se envolvia na retomada da restauração dizendo que o tempo de reconstruir a casa de Deus ainda não havia chegado. Então o Senhor o envia com uma mensagem de repreensão ao seu povo, mostrando que enquanto não se importassem com o estado de Sua Casa, Ele prosseguiria abalando a vida financeira deles:
“Esperastes o muito, e eis que o muito veio a ser pouco, e este pouco, quando o trouxeste para casa, eu com um assopro o dissipei. Por quê? Diz o Senhor dos Exércitos; por causa da minha casa, que permanece em ruínas, ao passo que cada um de vós corre por causa da sua própria casa. Por isso os céus sobre vós retém o seu orvalho, e a terra os seus frutos. Fiz vir a seca sobre a terra e sobre os montes; sobre o cereal, sobre o vinho, sobre o azeite e sobre o que a terra produz; como também sobre os homens, sobre os animais e sobre todo o trabalho das mãos.” - Ageu 1:9-11
É estranho demais ver Deus dizendo que Ele fez com que o muito esperado se tornasse pouco na colheita de seu povo e, ainda, depois tenha assoprado sobre o pouco, fazendo-o dissipar-se. Não combina com a mensagem de prosperidade de nossos dias, Deus mandar os céus reterem o orvalho e a terra reter seu fruto; nem tampouco Ele fazer vir a seca! Mas Deus fez tudo isto. Por quê? Porque somente abalando as coisas naturais na vida de seu povo é que as coisas espirituais teriam seu lugar. Eles só estavam pensando em si mesmos e haviam abandonado a restauração da casa do Senhor; mas Deus conseguiu recuperar a atenção e serviço deles de uma forma muito especial.
Quando o escritor de Hebreus escreveu sobre as coisas abaláveis serem removidas, ele falou sobre as inabaláveis permanecerem e então acrescentou que temos recebido um reino inabalável! Ou seja, quando estamos sufocando as coisas espirituais por uma dedicação dirigida somente ao que é natural, Deus pode fazer tremer o que é abalável, o natural, para que caindo estas coisas, permaneça em nossas vidas aquilo que é espiritual, e então nossa reconstrução poderá começar a partir deste ponto.
De nada adianta edificarmos somente para nós mesmos; devemos edificar para o Senhor em nossas vidas, pois quando os abalos de Deus vierem, só ficará de pé o que construímos para o Senhor, e o que é nosso, humano, cairá. Em Lucas 14:28-30 Jesus assemelhou a vida cristã à edificação de uma torre, mostrando que no plano espiritual também edificamos.
Tenho percebido isto não só em minha própria vida e igreja, mas também em contato com muitas outras igrejas e pastores. É um fato. Tal qual nos dias de Ageu, quando nos esquecemos das coisas de Deus e queremos buscar somente as nossas próprias, Deus não somente deixa de ter um compromisso de nos abençoar, como pode nos julgar e disciplinar, uma vez que a responsabilidade de edificar o reino de Deus é nossa.
Porém, quando procedemos de forma correta, e colocamos o Senhor em primeiro lugar, tudo muda. A benção e a provisão divina fluem milagrosa e abundantemente. Por que Deus estava sacudindo as finanças do seu povo naqueles dias depois do exílio?
Porque os israelitas haviam se tornado egoístas e descomprometidos com o reino de Deus, e o propósito destes abalos era mudar a atitude do povo. Quando compreenderam que os abalos eram uma forma de Deus fazê-los voltar a investir em sua casa, eles se animaram a obedecer sobre uma promessa divina de que então a prosperidade viria sobre eles. Em uma de suas profecias, Ageu deixa claro que os abalos visavam trazer para Deus os recursos para a restauração de sua casa:
“Pois assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda uma vez, dentro em pouco, farei abalar o céu, a terra, o mar, e a terra seca; farei abalar todas as nações e as cousas preciosas de todas as nações virão, e encherei de glória esta casa, diz o Senhor dos Exércitos. Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos. A glória desta última casa será maior do que a primeira, diz o Senhor dos Exércitos; e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos.” - Ageu 2:6-9
Deus nunca está contra o seu povo. Estes abalos visavam corrigi-los e tratá-los, não destruí-los. Tão logo voltaram a cumprir a vontade de Deus, foram abençoados. Quando o livro de Hebreus fala sobre os abalos de Deus, fala também sobre “retermos a graça” (Hb.12:28), pela qual servimos a Deus de forma agradável. Reter significa não perder, não desperdiçar. Isto nos mostra que mesmo em meio aos abalos divinos, podemos estar sob a graça de Deus, desde que não nos rebelemos insistindo em deixar nossos valores invertidos, de forma contrária aos valores da Palavra. Quando somos abalados pelo tratamento divino, devemos corresponder em obediência e mudança de mente, de atitude; ao obedecermos, a disciplina dará lugar à benção do Senhor.
Foi nestes mesmos dias e condição que Malaquias também foi usado por Deus para profetizar ao povo e desafiá-lo a honrar o trabalho de reconstrução da casa de Deus; e ele falou inspirado pelo Espírito Santo que, à medida que o povo voltasse a dar os dízimos e ofertas, Deus abriria as janelas do céu e derramaria uma benção tal que não seria igualada a nenhuma outra (Ml.3:8-12)! Embora Deus tenha abalado a vida financeira deles, fez isto somente até que voltassem a priorizar o reino de Deus. Abalou as coisas abaláveis para que as inabaláveis permanecessem.
Talvez sua vida esteja sendo abalada pelo Senhor e você não sabe o que fazer; aliás, não há realmente nada a fazer quando os abalos divinos chegam a não ser permanecer firme e reconstruir a partir do que sobrou. Deus quer mudar seus valores, levando-te a colocar o reino d’Ele em primeiro lugar e, quando o fazemos, o processo é invertido e então Ele nos abençoará e nos levará à reconstrução de tudo o que ruiu, porém, com novos alicerces.
Para muitos de nós é difícil ver Deus agindo em meio a um desmoronar geral em nossa vida. É lógico que não estamos falando do melhor de Deus para nós, e sim de correção. O plano do Senhor é nos abençoar, nos fazer o melhor. Creio que o Pai prefere não ter que abalar nossas vidas. Contudo, pela dureza de nossos corações e tão somente por causa da nossa própria obstinação é que Ele nos trata desta maneira. Não haveria abalos corretivos se não nos desviássemos de sua vontade; eles sempre ocorrem quando algo está errado na nossa forma de agir.
E a intensidade dos abalos sempre virá na proporção direta da nossa distorção de valores ou da nossa resistência ao Senhor e seu plano; não será maior e nem menor do que aquilo que necessitamos. Portanto, já é hora de mudarmos nossa postura quanto à questão de investir na obra do Senhor. Ele honra aqueles que o honram, mas aos que o desprezam, Ele também os desprezará (I Sm.2:30)!
terça-feira, 10 de agosto de 2010
O Evangelho em Gênesis

O Evangelho em Gênesis
Freqüentemente usamos o termo bastante familiar evangelho ou boas novas.
Onde, na Bíblia o termo aparece pela primeira vez? A resposta poderá causar surpresa
Uma Mensagem Completa
A grande descoberta é que a Bíblia é um sistema de mensagens, não simplesmente 66 livros escritos por 40 pessoas há milhares de anos. A Bíblia é inteiramente coerente na sustentação da evidência de uma direção sobrenatural, em cada detalhe.
Os rabinos judeus têm uma curiosa maneira de expressar esta idéia: dizem que não compreenderão as Escrituras até a vinda do Messias. Mas, quando Ele vier, não somente interpretará para nós cada passagem, Ele interpretará o verdadeiro sentido das palavras. Interpretará o exato significado de cada uma das letras e até mesmo cada espaço entre elas!
Quando ouvi isto pela primeira vez, considerei como uma exagerada e colorida expressão, até que reli Mateus 5:17, 18:
“Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir.
Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido." Mateus 5.17-18
(Um jota e um til equivalem, no hebraico, ao ponto colocado em nosso i e o corte de um t.)
Um Exemplo
Podemos vislumbrar um exemplo extraordinário no capítulo 5 de Gênesis, onde temos a genealogia de Adão até Noé. Este é um daqueles capítulos que freqüentemente passamos rapidamente por cima, como outros capítulos deste livro, por considerá-los serem simplesmente uma genealogia.
Mas Deus recompensa o estudante aplicado. Examinemos este capítulo com mais atenção.
Em nossa Bíblia podemos ler os nomes transliterados do hebraico. O que estes nomes realmente significam?
Um Estudo das Raízes Originais
O significado dos nomes próprios pode ser uma busca bastante difícil, visto que uma tradução direta não é comumente oferecida. Mesmo um dicionário léxico convencional do hebraico pode nos trazer desapontamentos. Entretanto, um estudo das raízes originais é gratificante para percebermos fascinantes detalhes. (Um alerta: muitos auxiliares para o estudo, como um dicionário léxico convencional, podem ser bastante superficiais ao tratar de nomes próprios. Alem disto, as opiniões acerca do significado das raízes originais não estão isentas de controvérsias e variações de interpretações.)
Tomemos um exemplo.
O Julgamento do Dilúvio
Matusalém vem de muth, uma raiz que significa "morte"; 1 e de shalach, significando trazer, ou trazer em seguida. O nome Matusalém significa, "sua morte trará" 2.
O pai de Matusalém profetizou a vinda do Grande Dilúvio, e certamente foi dito que enquanto seu filho estivesse vivo, o julgamento do dilúvio seria contido, mas, assim que ele morresse, o dilúvio chegaria ou seria enviado.
Você pode imaginar uma criança como ele? Toda vez que o menino pegasse um resfriado, a vizinhança toda entrando em pânico!)
E, realmente, o dilúvio veio no ano em que morreu Matusalém.3
Interessante é que a vida de Matusalém, efetivamente, é um símbolo da misericórdia divina em adiar a vinda do julgamento do dilúvio.
Portanto, é bastante significativo o tempo de vida da pessoa que mais viveu na Bíblia, apontando para a extensão da misericórdia de Deus.
Os Outros Nomes
Se o nome de Matusalém tem tão grande significado, examinemos os outros nomes para vermos o que pode estar por trás deles.
• Adão
O nome de Adão significa homem. Como o primeiro homem, criado por Deus, ele era perfeito e completo.
• Sete
O filho de Adão foi chamado Sete, o qual significa apontado, ou mostrado. Eva disse, "Deus me deu (mostrou, apontou) outro filho em lugar de Abel; porquanto Caim o matou”. 4
• Enos
O filho de Sete foi chamado Enos, que significa mortal, fraco ou miserável. Vem da raiz anash, ser incurável, usado para tristeza, sofrimento, desgraça, doença ou perversidade.
Foi nos dias de Enos que o homem começou a corromper o nome do Deus Vivo.5
• Cainã
O filho de Enos recebeu por nome Cainã, que significa aflição, lamentação ou desgraça. (Uma definição mais precisa é de certa maneira difícil; algumas fontes de auxílio ao estudo infelizmente presumem que Queneu é sinônimo de Cainã.)
Balaão, olhando dos altos de Moabe, faz um trocadilho com o nome dos Queneus, quando profetizou sua destruição. 6
Não temos uma idéia precisa de como estes nomes foram escolhidos para seus filhos. Muitas vezes estavam ligados às circunstâncias do nascimento, etc.
• Maalalel
O filho de Cainã foi Maalalel, que vem de Mahalal, que significa santo, abençoado ou glorificado; e El, o nome para Deus. Assim Maalalel significa o Santo Deus. Muitas vezes, em Hebraico, os nomes incluem El, o nome de Deus, como Dan-i-el, "Deus é meu Juiz", etc.
• Jerede
O filho de Maalalel recebeu o nome de Jerede, do verbo yaradh, significando descerá. 7
• Enoque
O filho de Jarede foi chamado Enoque, que significa ensino, instrução ou começo. Ele foi o primeiro de quatro gerações de pregadores. De fato, a mais antiga profecia registrada foi transmitida por Enoque, a qual maravilhosamente trata da Segunda Vinda de Cristo (visto que é lembrado no livro de Judas, no Novo Testamento - Jd 14, 15 ):
"E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos;
Para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele." Jd 14-15
• Matusalém
Enoque foi o pai de Matusalém, como já mencionamos. Enoque andou com Deus depois de ter gerado Matusalém 8. Aparentemente, Enoque recebeu a profecia do Grande Dilúvio, que declarava que tantos anos quantos seu filho tivesse de vida, o julgamento do dilúvio seria contido. No ano em que Matusalém morreu, veio o dilúvio.
Enoque, certamente nunca morreu, foi trasladado 9 (ou, se você perdoará a expressão, raptado). É como Matusalém, o homem mais velho citado na Bíblia, morreu antes de seu pai!
• Lameque
O filho de Matusalém recebeu o nome de Lameque, uma raiz hoje mais evidente, significando aflição ou lamentação.
Lameque sugere ausência de esperança. (Este nome também é ligado ao Lameque da linha de Caim, que inadvertidamente matou seu filho Tubalcaim em um acidente de caça.10)
• Noé
Lameque, é claro, é o pai de Noé, nome este derivado de nacham, trazer alívio ou conforto, como o próprio Lameque explica em Gênesis 5:29.
A Composição da Lista
Vamos agora juntá-los todos:
Hebraico Português
Adão Homem
Sete Apontado, determinado
Enos Mortal
Cainã Desgraça, pena, aflição
Maalalel O Santo Deus
Jerede Descerá
Enoque Ensinando
Matusalém Sua morte trará
Lameque Desesperado, sem esperança
Noé Descanso ou conforto
Isto é realmente extraordinário:
(Ao) Homem (está) determinado mortal penalidade; (mas) o Santo Deus descerá ensinando (que) Sua morte trará (ao) sem esperança, (o) descanso.
Eis aqui o Evangelho oculto na genealogia de Gênesis!
(Você nunca me convencerá que um grupo de rabinos judeus tramou a ocultação do Evangelho do Messias em uma genealogia de sua venerável Torá!)
Evidência do Propósito
A implicação desta revelação é que o propósito é mais amplamente desenvolvido do que aparenta à primeira vista.
Fica demonstrado desde os primeiros capítulos do Livro de Gênesis, que Deus já havia determinado completamente Seu plano de redenção para a grave situação da humanidade. É uma história de amor, escrita com sangue em uma cruz de madeira, erguida na Judéia há quase 2000 anos.
A Bíblia é um completo sistema de mensagens, o resultado de um planejamento sobrenatural. Cada número, cada nome de lugar, cada detalhe, cada jota e til aí está para nosso aprendizado, nossa descoberta, e nosso assombro. Verdadeiramente, nosso Deus é um Deus impressionante.
É admirável descobrir quantas controvérsias bíblicas parecem evaporar por um simples reconhecimento da unidade e integridade destes 66 livros, escritos por 40 escritores há mais de mil anos.
É extraordinário quantas descobertas sutis estão por trás de pequenos detalhes do texto. Alguns deles tornam-se imediatamente óbvios, com um pequeno estudo; outros são mais técnicos e necessitam pesquisas mais acuradas.
Muitas dessas descobertas são descritas em nosso Pacote Resumido, Beyond Coincidence (Além da Coincidência). Algumas são também destacadas em nosso recente livro The Creator Beyond Time and Space (O Criador além do Tempo e do Espaço).
Olhe atrás de cada detalhe: há descobertas a serem feitas! Deus sempre recompensa o estudante aplicado. Quais outras mensagens podem estar ocultas nos nomes da Bíblia? Verifique!
Bibliografia:
Eastman, Mark, and Missler, Chuck, The Creator Beyond Time and Space, The Word for Today, Costa Mesa CA, 1995.
Jones, Alfred, Dictionary of Old Testament Proper Names, Kregel Publications, Grand Rapids MI, 1990.
Kaplan, Rabbi Aryeh, The Living Torah, Maznaim Publishing Corporation, Jerusalem, 1981.
Pink, Arthur W., Gleanings in Genesis, Moody Bible Institute, Chicago IL, 1922.
Missler, Chuck, Beyond Coincidence (audio briefing package with notes), Koinonia House, Coeur d Alene ID, 83816, 1994.
Rosenbaum, M., and Silbermann, A., Pentateuch with Onkelos's Translation (into Aramaic) and Rashi s Commentary, Silbermann Family Publishers, Jerusalem, 1973.
Stedman, Ray C., The Beginnings, Word Books, Waco TX, 1978.
Fontes:
1- Muth, morte, ocorre 125 vezes no Antigo Testamento.
2- Veja Pink, Jones, e Stedman na bibliografia.
3- Matusalém tinha 187 anos quando gerou Lameque, e viveu mais 782 anos. Lameque gerou Noé quando tinha 182 anos (Gênesis 5:25-28). O Dilúvio veio no 600º ano de Noé (Gênesis 7:6, 11). 600 + 182 = 782 idade de Lameque, o ano em que Matusalém morreu.
4- Gênesis 4:25.
5- Gênesis 4:26 é freqüentemente traduzido de forma incorreta. Targum of Onkelos:...renunciou às orações em o nome ; Targum de Jônatas: designou seus ídolos em o nome... ; Kimchi, Rashi, e outros antigos comentaristas judeus concordam. Jerônimo indicou que esta era a opinião de muitos judeus de sua época. Maimônides, Comentários na Mishná (constitui uma parte do Talmude), 1168 d.C., atribuem a origem da idolatria aos dias de Enos.
6- Números 24:21, 23.
7- Muitas autoridades sugerem que esta pode ser uma alusão aos Filhos de Deus que desceram para corromper as filhas dos homens, resultando nos Nefilim (Caídos) de Gênesis 6. Isto foi discutido em nosso artigo do mês passado (janeiro de 1996), e também revisto em nosso pacote resumido, The Flood of Noah (O Dilúvio de Noé).Gênesis 5:24.
8- Gênesis 5:21, 24.
9- Gênesis 5:24.
10- Gênesis 4:19-25; princípios rabínicos, re: Kaplan, et al.
Nota do tradutor:
Na página 26 de The Companion Bible - Samuel Bagster and Sons Limited, London - Reprinted by permission of The Bullinger Publications Trust - 1964, 1970, 1974 - Printed in Great Britain by Lowe and Brydone (Printers) LTD, Thetford, Norfolk com texto da Versão Autorizada de 1611, com notas críticas e explicativas e 198 apêndices, consta o seguinte no Apêndice 21 acerca de ENOS (Gn 4:26) “...começou a invocar o nome do SENHOR.”. “... então se começou a invocar o nome do SENHOR (JEOVÁ).”
Se isto se refere à adoração a Deus, não corresponde à verdade: Abel e Caim, ambos iniciaram, e seus descendentes, sem dúvida, seguiram seus exemplos.
Na realidade, ali foi iniciada a profanação do nome de Jeová. Começaram a chamar coisas pelo nome de Jeová. Na Versão Autorizada inglesa há a sugestão “a si mesmos”, na margem. Mas, a maioria dos antigos comentaristas judeus supre esta elipse pelas palavras “seus deuses”, sugerindo que eles denominavam deuses as estrelas e seus ídolos, e os adoravam.
O Targum de Onkelos explica: “naqueles dias os filhos dos homens abandonaram as orações em Nome de Jeová.”
O Targum de Jônatas diz: “Aquela foi a geração em cujos dias começou o engano, fazendo eles seus próprios ídolos e os chamando pelo nome de Jeová”.
Kimchi, Rashi, e outros antigos comentaristas judeus concordam com isto. Rashi diz: “Então houve profanação na invocação do nome de Jeová”.
Jerônimo afirma que esta era a opinião de muitos judeus, seus contemporâneos.
Maimônides, em seu Comentário na Mishná (que constitui uma parte do Talmud), ano 1168 d.C., em uma longa pesquisa sobre idolatria, mostra que considera mais provável a origem da idolatria na época de Enos.
O nome Enos concorda com isto, pelo seu significado: fraco, débil, doente, incurável. Os filhos dos homens, como “Enos”, são assim chamados por semelhante razão
“Que é o homem, para que tanto o engrandeças, e ponhas nele o teu coração”. Jó 7:17
“Que é o homem, para que seja puro? E o que nasce da mulher, para ser justo?”. Jó 15:14
“Põe-os em medo, Senhor, para que saibam as nações que são formadas por meros homens.” Sl 9:20
“Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce.” Sl 103:15
“Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.” Dn 2:43
Ver Ap 14.
Se Jônatas, o neto de Moisés, veio a ser o primeiro sacerdote idólatra em Israel (Veja Juízes 18:30), porque seria de se admirar que Enos, o neto de Adão, tenha introduzido a idolatria na humanidade?
Além disso, que “pecado” cometeu Enoque, “o sétimo após Adão” ao profetizar, conforme Judas 14 e 15 (“E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos; para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele.”) se a pureza na adoração iniciou-se nos dias de Enos, ao invés da profanação na invocação do nome de Jeová?
Certamente esta é uma evidência suficiente de que esta profanação do nome de Jeová foi a razão pela qual Enoque profetizou juízo contra os homens.
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